27 fevereiro 2007

A MUSA DA CAPA


Durante um vôo que se estende pela madrugada, o acaso quer ser caprichoso. Insiste em aproximar uma musa nacional de um anônimo do interior. Pense no que se insinua no ar e no que pode se consumar no chão...

O episódio ocorreu há muitos anos. Na época, pareceu-me perfeito para ser relatado em forma de pequeno conto. O rascunho ficou na gaveta. É que algo na história me incomodava. Eu não me sentia à vontade contando o final exatamente como se passou. Mas modificá-lo era coisa que não estava nos meus planos. Acho que o tempo resolveu certos dilemas subjetivos. Então, concluí e publiquei na Usina de Letras. Clique aqui para ler.
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