30 julho 2017

CENÁRIO DE CINEMA

(Clique nas imagens para ver em tamanho original)


Citado em alguns guias de turismo como hotel cinematográfico, o Royal Tulip, vizinho de poucos metros do Palácio da Alvorada (Brasília) merece a fama que tem. Tanto assim que foi cenário da minissérie Felizes para Sempre?, da TV Globo. 
Foi em uma de suas suítes que Paola de Oliveira filmou, de fio dental na janela, a cena que entraria para o rol das mais famosas da TV brasileira (abaixo). 
Por esse hotel passaram personalidades como Barack Obama e o príncipe Charles...
Sim, Brasília tem hotel de cinema!



A luxuosa construção é obra prima do arquiteto Ruy Ohtake. 
Observe a arquitetura do saguão (mais abaixo).



Suíte presidencial desse hotel é conhecida como a segunda mais cara do país, 
à frente do Copacabana Palace... 







Paola, na famosa cena da minissérie Felizes para Sempre?

25 julho 2017

HUMOR: JOÃO GILBERTO, ANTES DA FAMA, TENTA A SORTE NO THE VOICE

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H U M O R

Por volta de 1959, um baiano de Juazeiro, pouquíssimo conhecido, saiu da Bahia com seu violão, pensando em fazer música de um jeito novo, com um ritmo até então desconhecido, diferente de tudo que existia.
Ninguém maginava, nem ele mesmo, que aquele momento seria o marco inicial de uma nova
era da música brasileira. Chega de Saudade, gravada por ele na Odeon naquele ano, seria o embrião da Bossa Nova, a mais importante transformação ocorrida na música brasileira em todos os tempos. 
Mas... e se as coisas tivessem acontecido de outra maneira? E se, em vez de cantar "Chega de Saudade" nas rodas da nova geração de artistas na Zona Sul do Rio, ele tentasse a sorte em algum programa de TV, tipo The Voice Brasil?? 
Como seria? Aquele baiano desconhecido, com o violão e sua voz fraca, cantando baixinho, naquele ritmo lento e estranho, teria ido em frente? Será que a Bossa Nova teria nascido ou seria abortada ali mesmo?





TAUTOLOG: MOONLIGHT SERENADE

TAUTOLOG

Tautologia musical


Seleção de diferentes propostas para a mesma jóia. 

Em 1939, Glenn Miller compôs uma canção que encantaria o mundo e atravessaria o tempo, sem perder seu glamour e sua poesia. 

Foi gravada por muita gente boa e temperada com belíssimos arranjos, que a fizeram brilhar a cada nova versão. Virou um clássico mundial e entrou para a coleção As Melhores do Século, lançada em box com 5 CDs (100 músicas).

Foi (continua sendo) gravada por intérpretes de diferentes estilos, como Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Ray Conniff, Beeggie Adair, Barry Manilow, Laura Fygi, Carly Simon, Chicago (banda de rock) e outros. 
A seguir,  quatros interpretações primorosas, com diferentes adaptações, mas preservando a beleza, a poesia e a suavidade de sua essência.  


Beegie Adair Trio


The Rosenberg Trio 
(atenção para o solo de gaita)


Ray Conniff, metais inconfundíveis.


Chicago
(Sim, o grupo de rock do If you leave me now)

(Escrito e editado por Ricardo Zani)
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24 julho 2017

CLARA, PRATA DA CASA

YOU AND I


Clara Telles vive em Brasília e se apresenta em bons redutos musicais da cidade. Com repertório alternativo, bom gosto, talento e um bocado de jazz, manda bem com muita delicadeza, charme e balanço.

Ela se apresentará no famoso Clube do Choro, no próximo dia 2 de agosto.    

22 junho 2017

A MÚSICA BRASILEIRA PAROU?

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Para quem tem saudade dos tempos em que a música no Brasil esteve fértil, produtiva e com alta qualidade, frequentemente ressurge a mesma pergunta: parou? andou? em que direção?
Parar, não parou. Mas, infelizmente, o que mais aparece (e, quem sabe, mais vende) é puro lixo.
Agora, quem procurar com atenção, encontrará gente boa, lutando para mostrar seu trabalho em meio a tanta porcaria.
A seguir, três exemplos de trabalhos criativos, de qualidade e promissores.

Gustavo Galo - Que mal tem?:





Maíra Freitas - Nua:




Luiz Tatit - A companheira: