27 janeiro 2006

PIOR IMPOSSÍVEL


Pessoal, fazia um bom tempo que eu não entrava em minha página literária, nem que fosse só pra ver se ela já foi detonada pelos críticos puristas... Hoje, dei uma passadinha por lá e me surpreendi. Um dos textos mais recentes que escrevi e coloquei lá (sob pseudônimo de Pedro Pedreira) é justamente o mais lido, muito mais que outros que lá estão há uns dois anos.

É um artigo da seção de humor, mas com boa dose de análise crítica. Pra quem ainda não leu, reproduzo abaixo a introdução do artigo, com o link para você ler a continuação lá na minha página.


"Falar de coisas boas e bonitas é bom, é fácil. Mas falar de coisas desagradáveis ou ruins -- que fazem parte dessa vida -- é bem mais difícil.

Por exemplo: alguma vez na vida você teve de tomar óleo de fígado de bacalhau? Se você é das gerações mais “tradicionais”, pra não dizer das mais antigas, certamente já lhe enfiaram goela abaixo uma colher dessa vitamina repugnante, cujo gostinho costuma ficar na boca por alguns anos!

Mas tem coisas piores. Sopa de jiló, por exemplo. Ou, quem sabe, doce de jaca. E suco de pequi? Vai um suflê de coentro? Putz, isso é horrível até como tempero... E beijo em boca de alho cru, já provou? Que tal um carinho com mãos cheirando a água sanitária??"

Clique aqui para ler a continuação do texto.
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