02 outubro 2010

RELAÇÃO PERFEITA


Para quem já se cansou dos documentários de TV sobre golfinhos, fundo do mar ou vida selvagem, uma dica: nada se compara a um bom documentários sobre porta-aviões. Num dia desses, vi mais um desses na TV e cheguei à conclusão de que poucos assuntos são tão impressionantes.
"O quê?" indagará você. "Será que é tão lindo falar de uma fulminante máquina de guerra?".
Tentarei explicar. O que há de fascinante neles não são seus caças, foguetes,  bombas ou seu poder de destruição. O que há de interessante ali é o nível de tecnologia atingido pelo homem, a dificuldade e a precisão das operações, a perfeição do relacionamento entre homem e máquina... 
Quando o assunto é porta-aviões, tudo é meticuloso, grandioso ou chocante. Afinal, dá para acreditar que se pousa a 240 km/h com um caça de 23 toneladas sobre um estreitíssimo corredor de 90 metros de extensão, com a exigência de tocar um ponto exato da pista para engatar o cabo de retenção (esse ponto mede 1 metro por 1 metro)? Detalhe: a pista se move a 50 km/h... 
Mas tem o lado polêmico, é claro. Dá para acreditar que só o treinamento de um piloto de F14 custa U$ 2 milhões e o custo de um porta-aviões se calcula em bilhões de dólares? São dados tão grandiosos quanto chocantes, sobretudo quando se pergunta: tudo isso  serve para quê? É necessário gastar tanto para defender, atacar ou intimidar?
Bem, melhor do que ler esses números é ver algumas matérias:

Como funciona um porta-aviões
Visita ao porta-aviões George Washington
Pousos e decolagens - detalhes - 1
Pousos e decolagens - detalhes - 2
Pouso visto de dentro do avião
Acidentes-1
Acidentes-2
Galeria de imagens

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