27 setembro 2010

RAPIDINHAS DA SEMANA

Há um bom tempinho não atualizo as nossas "Rapidinhas". Motivo? Falta de tempo não é bem o motivo. Talvez seja aquela sensação que às vezes nos domina, de que ninguém se interessaria pelas coisas que temos a dizer, sabe como é? Você tem coisas a registrar, mas não consegue acreditar que elas possam interessar aos outros. Reconheço que isso é meio engraçado...


Por exemplo: nesta semana, vi um  motorista dirigindo com o braço esquerdo para fora, numa movimentada avenida do DF. Fazia isso com visível prazer, indescritível convicção e um provável ar de arrogância e altas presunções, como é típico  dos seres dessa espécie. Costumo observar bem esse tipo de motorista, tento até estudar seu comportamento e sua mente, quando possível, embora eu saiba que meus estudos em nada mudarão o curso da história ou o rumo daquele carro no trânsito. É que, de fato, penso que são seres diferentes de nós. Não afirmo que sejam inferiores. Talvez sejam até superiores, já que se propõem a fazer com apenas uma das mãos aquilo que o resto da humanidade não faz bem com as duas. Sei lá, às vezes acho que esse seja um tema indispensável em um congresso mundial de psicanálise e uma razão veemente para profundas revisões dos códigos de trânsito internacionais.


Por falar em trânsito, na 113/114 Norte continua impossível encontrar vaga para estacionar à noite, embora a pizza da Valentina continue muito boa.


E se o assunto é pizza, digo à amiga Selma, que me questionou: prefiro não falar em eleições neste Blog. Eu sei, estamos às vésperas das eleições, mas se começar a comentar política, a conversa vai longe e pouco contribui. Afinal,  quem lê meu blog certamente sabe votar. Isso me faz lembrar aquilo que o amigo Paulão escreveu em seu Orkut: "quem decide eleições no Brasil não são os que lêem jornal, mas os que se limpam com ele" (ou pensam que assim se limpem).


Mas voltando à pizza, vejam essa novidade que Beth mandou. Será o fim das pizzarias?


Brasília segue com a seca, baixa umidade e muita fumaça na atmosfera. Quatro meses sem chuvas.     Esperemos que, quando ela chegar, chegue de leve...

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