09 novembro 2006

QUANDO O PODER PÚBLICO SABE SER RÁPIDO

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Amigos, vocês acompanharam a crise nos transportes aéreos nas últimas semanas. Sei que o sentimento dominante foi de revolta e indignação, até mesmo nas pessoas que nem precisaram passar pela tortura dos aeroportos. Mas nessas ocasiões, é difícil resistir à inclinação de transcender o noticiário e o conteúdo do problema para tentar uma análise menos passiva e mais crítica. Então, comecei a rabiscar umas idéias e saiu um texto despretencioso, que publiquei na seção "artigos", em minha página na Usina de Letras. Eis aí:

Novembro de 2006. Uma semana de crise nos transportes aéreos. Sérios transtornos nos principais aeroportos brasileiros, causados por anormalidades no sistema de controle do espaço aéreo.

O assunto foi manchete nos jornais, revistas e telejornais. Principal assunto dos noticiários durante vários dias. Manchete-bomba em muitos jornais. O governo federal interveio, o próprio presidente se mobilizou, convocou ministros para cuidarem pessoalmente do problema... Após uma semana, a crise começou a ser controlada e as soluções encaminhadas...

Houve desconforto para milhares de passageiros, contratempos para muita gente, irritação e indignação. Mas, entre mortos e feridos, ninguém perdeu a vida, ninguém sofreu torturas nem grandes perdas materiais ou morais. Agora vem a minha pergunta:

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