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11 julho 2008

RAPIDINHAS DA SEMANA

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Nem só de bons acontecimentos é feita a vida. Nesta semana, Lins se despediu de Alcides Ferrari, que ao longo de 75 anos deixou sua marca de simpatia e dedicação em diversos campos de atividade, de político a advogado, de professor a comentarista esportivo... Grande figura, que me remete ao velho Ferrari alfaiate, seu saudoso pai.

Fim de semana de recuperação de uma gripe insistente, com muitos dias sem malhação nem cervejinha. Nesta sexta, finalmente, uma trégua... Tenho de melhorar nos próximos dias, pois vem aí uma noitada fora de casa. E sozinho, com direito a alvará integral dela!! Também, nem poderia ser diferente. Exame de polissonografia é isso mesmo. Uma noite de sono na clínica, sem acompanhante, rsss...

Um abraço ao Galego, especialista em boas máquinas de duas rodas, que deu uma geral na minha, preparando-a para um longo passeio que se aproxima. Para os amigos da região, que ainda não sabem, o Galego está em casa nova, a apenas uma quadra do seu antigo endereço, no Setor de Oficinas Sudoeste.

Nesta semana, aniversário de Raquel Rosa, ex-colega de trabalho, que ainda segue por lá, agora a poucos passos da aposentadoria. Parabéns e um abraço carinhoso.

No país da piada pronta, o rótulo do chester (osso com peitão) informa: não contém glúteo. Essa é uma das venenosas do Monkey News, com José Simão. A outra é sobre o pega-pega em cima do Daniel Dantas. Nessa história de prende, solta, prende, solta, ele acabará preso no trânsito. Clique aqui para ver.

Por último, um texto que me parece, no mínimo, inquietante. Recebi pela internet, sem menção ao ao nome do autor, o que é uma pena, porque foi escrito com inteligência e discernimento. Leiam e reflitam.

Cheirar pode. Tomar uma taça de vinho não pode.

"Não beba uma taça de vinho. Cheire pó.
Não tome uma lata de cerveja. Fume um baseado.
Qual é a minha pinima com o pensamento politicamente correto?
Esses caras conseguem, invariavelmente, piorar aquilo que se propõem a melhorar.
A soma de esforços dessa gente com os do lobby da droga conseguiu, vejam que coisa, demonizar o consumo de álcool, mesmo o moderado. Não é por acaso que se agrava a legislação contra o álcool e se é cada vez mais tolerante com as drogas consideradas ilícitas: carregar maconha para a, digamos, queima pessoal é aceitável. Não obstante, a maconha integra a cadeia do crime organizado, e o álcool não.
Ora vejam: será que estou aqui a defender quem enche a cara e sai dirigindo?
Ah, não mesmo. Cadeia nele se for o caso. Que se lhe tome a carta para sempre. O problema da 'nova lei' é o excesso de rigor, que vai igualar o consumidor social — e existe — ao irresponsável que dirige embriagado.
Mais ainda: soma-se ao conjunto da obra o velho rancor anticapitalista disfarçado de amor pela humanidade: afinal, o álcool pertence a uma indústria. E os cavaleiros de um outro mundo possível têm apreço pelo mercado informal — inclusive o da droga.
Imaginem uma blitz. O sujeito que tomou uma taça de vinho pode ser multado em R$ 952 e perder a carteira. O cheiradão e o fumadão passarão numa boa.
E talvez ainda digam: 'Pô, esse pessoal que enche a cara põe a vida da gente em risco'.
Ademais, multas com essa severidade escancaram as portas para a corrupção policial. Mas não tem jeito. Estamos diante de uma doxa. E a doxa diz que o sujeito que fuma ou cheira apenas exerce um direito individual; já o que toma uma cerveja ou uma taça de vinho ou é vítima da propaganda do Zeca Pagodinho ou é um homicida em potencial.
A particular moralidade do politicamente correto, somada à burrice, é capaz de produzir prodígios de estupidez ."
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