01 dezembro 2006

RAPIDINHAS DE SEXTA


Alegre, colorido, promissor e fraterno, ele chegou... Pessoalmente, sempre gosto, salvo raras exceções, como a descrita na crônica “Natal é tudo igual”, que publiquei na Usina de Letras. É claro que estou me referindo ao mês de dezembro, que acaba de chegar.

Dezembro chega com comércio tumultuado, compras de última hora em shoppings agitados com público ansioso, estacionamentos esgotados e encharcados pela chuva insistente. Tudo bem, mas o problema não é esse. É o marcador do tempo, é o calendário virando, o tempo passando numa velocidade incrivelmente subjetiva... Paradoxalmente, ele passa mais lento do que desejam os netos e muito mais rápido do que gostariam os avós.

Vovôs, vovós, titios e titias estão botocando pra parecerem mais novos (haja Botox!), mas aqui no meu espelho ela insiste em se maquiar de modo a parecer mais velha... Paradoxos da vida!

A vida corre e corro eu também. Que semana corrida! Por uma indesejável coincidência, tenho de anunciar nos classificados apartamento pra alugar e carro pra vender, tudo ao mesmo tempo. meu tempo é quase todo pra atender telefone... E lá vem mais obra pra eu cuidar, agora no apartamento recém-desocupado... Não parece, mas isso agita o dia-a-dia...

É dia de Luiza desembarcar. Tá chegando a Brasília e suas gatinhas irão vê-la amanhã. Almoço do FDS confirmado, né mocinha?

Outra mocinha que chega a Brasília é a Skol Lemon... Finalmente! Tal como livros, discos, carros e outros lançamentos, tudo chega atrasadíssimo por aqui. Não dá pra entender tanta demora. Será que o DF fica na selva amazônica?

Com ou sem Skol Lemon, sexta é dia de boa cerveja. Fui!

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