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30 setembro 2009

MUSAS DO TÊNIS: FLAVIA PENNETTA


A bela e ousada italiana Flavia Pennetta
tem sido outro destaque na mídia.
Atualmente, ocupa a 10ª posição no ranking mundial.
(clique sobre a imagem para ampliar)

26 setembro 2009

RAPIDINHAS DA SEMANA

Para começar, um lembrete: está terminando o prazo para inscrições no Festival Cultural Banco do Brasil. O prazo se encerra dia 30 deste mês e as inscrições podem ser feitas pela internet. São três categorias: música, poesia e fotografia. Embora seja restrito ao pessoal do BB (funcionários e aposentados), vale deixar o lembrete, porque muitos deles transitam por aqui. Saiba mais sobre o Festival.

Música ao vivo com repertório que vai de Nat King Cole a Cauby, passando por Roberto Carlos, Frank Sinatra, Steve Wonder e outros grandes. É a apresentação de Beto Gil (vocal) e Pierre Simões (teclado), que estiveram no Picanhas do Sul na noite desta sexta-feira. Quando puder, não deixe de ver.

Grande abraço à amiga Dalva, de Sorocaba, que está me lembrando da turnê de Andre Rieu no Brasil. Muito bom gosto, amiga. Valeu! Eu também curto muito e sempre programo o Rieu aqui nas rádios do nosso Blog.

Os canais "MP3" deste Blog voltaram a ficar instáveis nos últimos dias. Novamente, o site que armazena as músicas está com vários recursos indisponíveis, porque passa por uma reorganização. Tudo indica que ficará melhor. Espero, também, que em pouco tempo tudo seja normalizado.

Pequena reportagem, grande lição”, o artigo que aqui escrevi há dias, foi publicado também no site do Observatório da Imprensa, nesta semana. É sempre muito bom poder colaborar com a publicação do OI. Para quem não o conhece bem: o Observatório da Imprensa é uma iniciativa do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo e projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É um veículo jornalístico focado na crítica da mídia. Além da internet, o Observatório da Imprensa também tem programa produzido na TVE do Rio de Janeiro e TV Cultura de São Paulo, e transmitido semanalmente pela Rede Pública de Televisão (confira a grade horária no site do programa). No rádio, o OI está na Cultura FM de São Paulo, rádios MEC AM e FM do Rio de Janeiro, e rádios Nacional AM e FM de Brasília. Os áudios dos programas, na forma de um blog, estão disponíveis no site do OI. Meu respeito e admiração pela equipe do OI vem dos anos 70, quando conheci algumas lições de jornalismo de Alberto Dines, hoje editor responsável do OI.

Para encerrar, um agradecimento ao amigo Cilmar Machado, grande radialista de Lins, pelos bons papos virtuais que mantivemos recentemente. Abraços também aos demais amigos da comunidade Cinquentões de Lins, que estão se refazendo da perda de alguns dos amigos mais queridos.
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24 setembro 2009

SERENA WILLIAMS




Da série "musas do tênis":
Serena no nome, foguete na quadra. Quem encara a raquete dessa fera saradona?
(clique sobre as imagens para vê-las em tamanho original)
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19 setembro 2009

RAPIDINHAS DA SEMANA

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Rapidinhas de hoje são breves mesmo, até para compensar o longo texto do último post.

Para quem se recusa a viver com a cabeça obtusa e impermeável a idéias novas e diferentes, é muito bom visitar o fórum dos leitores do Estadão. Veja ali, por exemplo, o que dizem sobre a indicação de José Antônio Dias Toffoli para a vaga do Supremo Tribunal Federal. Clique aqui. 

Da sabedoria tropical do Millôr, uma boa tirada para pensar no fim de semana: "Sempre nos julgamos pelos projetos. E julgamos os outros pelos resultados."

Para descontrair, depois de ver tantos absurdos públicos, uma piada que muitos conhecem, mas continua sendo a cara do Brasil:

Um prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um americano e um brasileiro.

- Faço por US$ 3 milhões - disse o japonês:

- Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro.

 - Faço por US$ 6 milhões, propôs o americano:

- Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim… mas o serviço é de primeira!

- Faço por US$ 9 milhões - disse o brasileiro.

- Nove paus? Espantou-se o prefeito. Demais! Por quê?

 - Três para mim, três para você e três para o japonês fazer a obra.

- Negócio fechado! Respondeu o prefeito.
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18 setembro 2009

NOVO ARTIGO NA USINA DE LETRAS

Último artigo publicado na página de Ricardo Zani (Pedro Pedreira), na Usina de Letras.
  
PEQUENA REPORTAGEM, GRANDE LIÇÃO

Na TV, acabo de ver matéria de um telejornal de Minas Gerais, com 1min17s de duração, falando sobre o acidente com uma carreta que capotou na BR 040. Um só veículo envolvido e nenhuma morte. Mas milhões de feridos.


É dessas matérias que mostram mais do que a tela exibe. Dizem mais do que se ouve, para quem ouve as reflexões da consciência. Ensinam mais do que informam, para quem tira grandes lições de pequenos episódios.

Ao capotar numa curva, na região de Itabirito, a carreta atirou ao chão uma valiosa carga de equipamentos eletrônicos. Ao perceberem tanta mercadoria no chão, os que por ali passavam foram parando e atacando. Carregaram o que coube nos porta-malas. Só não contavam com a rápida ação da Polícia Rodoviária Federal, que montou blitz em outro ponto para deter os espertalhões. Em pelo menos 16 veículos a polícia encontrou produtos retirados da carga.

Esse é o ponto que mais chama a atenção. Os saqueadores não eram pobres famintos em busca de alimentos. Eram viajantes, conduzindo bons modelos de carros, entre os quais alguns de luxo, como se via pelos bancos de couro e outros detalhes.

A matéria termina com um agente da Polícia Rodoviária explicando, em tom indignado, que alguém é legítimo proprietário daquela mercadoria e a ação dos motoristas configura furto.

Configura mais. Para falar com sinceridade, a reportagem mostra algo de nós. O que ali se viu não é comportamento isolado, mas a velha esperteza sem ética, que não enxerga delito quando os beneficiados somos nós, quando o oportunismo seduz nossa mania de levar vantagem ou outros impulsos menos inocentes.

Uma curta matéria para longas reflexões, com cenas que ajudam a explicar históricas perguntas que não calam: por que temos tantos maus políticos, incapazes de resolver problemas nacionais, mas hábeis para saquear recursos públicos?

Ora, políticos não são seres produzidos em laboratórios, segundo fórmulas perfeitas. São apenas pessoas nascidas e criadas entre nós e com valores semelhantes aos nossos (é claro que muitos pioram sob efeito do poder). Para se tornarem políticos, são alçados por critérios que não colocam em primeiro lugar a honestidade e a ética. Ao contrário, às vezes se priorizam a disposição para compactuar com a falta de escrúpulos.

Algum dia isso terá fim? Em última análise, a resposta mais segura é: quando nós mudarmos. Quando nos tornarmos pessoas melhores, produziremos melhores sementes, que irão gerar melhores frutos. Por mais que nos desagrade admitir, o fato é que, em maior ou menor medida, os saqueadores, os políticos e todos nós somos frutos das mesmas raízes culturais.

Enfim, a matéria se destaca pelo que não diz: um acidente com milhões de feridos na auto-estima pelo choque com evidências que gostaríamos de evitar. Uma espetacular derrapagem ética que nos coloca de frente para o retrovisor da autocrítica social.
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(Por Ricardo Zani)
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16 setembro 2009

BRAVURA E TERNURA. MAIS QUE RIMA, SÃO EXPRESSÕES DA ALMA

Cena registrada na frente de combate aos incêndios florestais da Austrália. Ele enfrenta o fogo e detém o incêndio. Nem por isso, a bravura da luta e o perigo da morte impedem um gesto de ternura. Em momentos como esse, "quem não entende um olhar muito menos entenderá uma longa explicação..." (clique na imagem para ver no tamanho original)
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14 setembro 2009

REFLEXÃO PARA OS PRÓXIMOS 100 ANOS



Amigos, este blog não tem foco em ciências políticas nem sociologia. O vídeo aí acima também não. Mas vai nos mostrar algo instrutivo nesse campo. 
Acione o play e assista. É um fato atual, acaba de acontecer (observe, entre os flagrados, que há carros de luxo... repare nos bancos de couro, etc). 
Depois de ver o episódio, pense na seguinte questão:  vivemos dizendo que o problema do Brasil são os maus políticos. E adoramos concluir que a causa é o voto ruim, não sabemos votar. Será? Depois de ver o vídeo, respire fundo e analise: os políticos, de modo geral, não podem ser muito diferentes do universo de candidatos de onde saíram. Os candidatos não podem ser muito diferente do universo de cidadãos de onde surgiram. E os cidadãos de onde brotam os candidatos não podem ser muito diferente do que somos todos nós. 
Sejamos sinceros: o vídeo diz algo sobre nós, lamentavelmente... O episódio sugere resposta à nossa eterna indignação com a classe política... Trocando em miúdos: as cenas nos trazem à reflexão a velha figura da "farinha do mesmo saco". Das muitas deduções possíveis, uma parece inevitável: como não se pode produzir em laboratório políticos puros e perfeitos, não tem outro jeito. Não há como ter representantes muito diferentes dos seus representados. Enquanto a gente não se tornar pessoas melhores, não teremos melhores representantes. Por mais que nos desagrade admitir, o fato é que, em maior ou menor medida, os líderes e políticos que temos são nossa imagem e semelhança. Are baba!
(Escrito por Ricardo Zani)
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11 setembro 2009

EXPRESSÕES POPULARES: ERROS QUE SE PERPETUAM

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Vejam como algumas expressões famosas podem se reproduzir de modo errado na voz do povo e assim se perpetuar.
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Você deve conhecer bem essa: "batatinha quando nasce, esparrama pelo chão". Sabia que não é bem assim? Se batata é uma raíz, fica sob a terra, nasce embaixo do chão, não é? Então, o correto é: batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.
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Tem mais uma. No popular, se diz: "cor de burro quando foge". Peraí, ao fugir o burro muda de cor?
Forma correta: corro de burro quando foge!
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Outro que no popular todo mundo erra:
Quem tem boca vai a Roma.
O correto é: quem tem boca vaia Roma. Isso mesmo, do verbo vaiar.
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E ainda essa outra, que é até engraçada:
- É a cara do pai escarrado e cuspido, quando alguém
quer dizer que há muita semelhança. Mas para ser parecido com o pai tem de ser escarrado e cuspido? Hehehe, que nojeira. Por isso, a forma correta: "é a cara do pai em Carrara esculpido". Carrara é um tipo de mármore.
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Mais um famoso: quem não tem cão, caça com gato... Já viu alguém adestrar um gato para auxiliar numa caçada? Ele pode caçar, sim, mas se quiser, quando quiser e... sozinho.
Forma correta: quem não tem cão, caça como gato... Ou seja, caça sozinho.
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Veja a origem de algumas expressões populares.
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05 setembro 2009

RAPIDINHAS DA SEMANA

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Por aqui, sexta-feira com um rápido vai-e-vem até Formosa. O fim de semana prolongado será de repouso e um pouco de chope, sem programação extra, a não ser assistir ao Brasil, que certamente sofrerá com os hermanos, no sábado à noite. Voltando de Formosa, pude ver na BR-020 um salseiro digno da Via Dutra, no outro lado da pista, no sentido Brasília-Formosa. Não consegui contar, mas eram dez ou vinte veículos envolvidos em vários acidentes durante a chuva. Tudo porque, no final de uma longa descida de alguns quilômetros de extensão, dois caminhões se chocaram. A partir disso, muitos que desciam foram batendo na traseira dos que estavam parando. Até a ambulância do SAMU se acidentou. As tragédias se repetem e ninguém aprende nada... Pergunte lá quantos deles sabem qual a velocidade segura numa descida braba debaixo de chuva. Pergunte a distância segura do veículo da frente. Pergunte como reduzir a velocidade em pista molhada e oleosa... A auto-escola ensinou isso? Alguém exigiu delas? Alguém as fiscalizou? Os motoristas fizeram testes nessas situações, ou pelo menos em simuladores, antes da habilitação? E pergunte, principalmente, se a rodovia tem manutenção adequada, sinalização correta e assistência digna. Nada disso... O pior é que nós não cobramos isso dos responsáveis e nem queremos nos preocupar com isso. Se a situação ficar muito precária, a gente trata de criar uma solução individual e egoísta. A gente troca o carro pequeno por um jipão bem robusto. Aí o meu problema tá resolvido e o resto que se dane, né? Vivemos acomodados com a idéia de que este inferno tropical não tem jeito mesmo, então salve-se quem puder e como puder. Para muitos, o que importa é obter a habilitação em três dias, financiar o carro em 10 anos e sair acelerando, de preferência com o braço esquerdo pra fora do carro, naquela postura de “vejam só como é fácil fazer qualquer manobra com apenas uma das mãos”. Se for um jovem ao volante, o carro poderá ser rebaixado, ter o logo da Audi bregamente colado na traseira e um som de 1.000 watts arrotando uma maldição musical. Depois, o prejuízo social, econômico e cultural é rateado entre todos nós...
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Por falar em coisas do Brasil, aí está a discussão sobre as definições do pré-sal. Que tal? Urgência para decidir. Sobre o quê? Sobre aquilo que está submerso há milhões de anos e ninguém no mundo sabe como chegar lá. Muita urgência para começar a “simples” tarefa de perfurar camadas de 5 km de rocha em águas profundas... Se podemos nos lançar a isso a toque de caixa, por que não iniciar com igual urgência a construção de uma praia artificial na Lua?
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Acabo de escrever, no parágrafo acima, palavras com e sem hífen, o que começa a pedir maior atenção, pois o Acordo Ortográfico está aí, esperando que a gente se adapte a ele. Como estou finalizando originais para uma publicação, é natural pensar na nova ortografia e adotá-la já na primeira edição. Mas quem fará essa revisão, neste momento em que só uns poucos estudiosos estão familiarizados com as novas regras? A tarefa, nada simples, coube a mim mesmo, que não estou entre aqueles estudiosos. E lá vamos nós, com os acentos diferenciais, circunflexos, os acentos em ditongos abertos ou não, o trema que tanto demoramos para dominar e agora fica extinto sem dó nem piedade e os hífens, com as novas regras, exceções e confusões. Confesso que logo nas primeiras páginas da revisão eu já sentia a cabeça rodando e os olhos exaustos. Alô Flatônio, onde está você, professor?
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Mais uma opção de música por aqui. Uma seleção de coração para coração, destinada aos mais sensíveis, aos mais sentimentais: Fala, Coração. Ainda em fase de ajuste, mas prontinha para interpretar e transmitir paixões e sentimentos. Link na coluna à esquerda. 
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Desconfio que as teclas do meu PC estão revoltadas nesta semana... Peço desculpas. Mas nem tudo é amargo. Taí Rio de Janeiro, que acaba de conquistar o primeiro lugar no ranking das cidades mais felizes do mundo. Querem coisa mais bonita do que ganhar esse título? Não se trata de uma enquete amadora num site qualquer, mas de uma pesquisa com 10 mil pessoas em 20 países, realizada pelo instituto de pesquisas de mercado "GFK Custom Research North America", avalizada e publicada  pela Forbes. Sidney (Austrália) ficou em segundo e Barcelona (Espanha) em terceiro. Conheça o ranking e outros detalhes, divulgados com a isenção de uma fonte paulista.

02 setembro 2009

O DESEMPENHO CAI, A SAIA SOBE

Na raquete, já não parece a mesma dos tempos gloriosos. Mas no show visual, Sharapova brilha cada vez mais, assim como a ucraniana Alyona Bondarenko (clique aqui para ver as musas do tênis mundial). Na última partida, dia 1/9, a russa usou um vestido inspirado em trabalhos do arquiteto Frank Gehry, de Nova Iorque (clique na imagem para ver em tamanho original).