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25 junho 2008

RAPIDINHAS DA VIAGEM

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De volta ao aconchego incomparável de Brasília, com céu claríssimo e a boa energia de sempre.

No breve giro dos últimos dias, revi Sampa da habitual pauleira, em ritmo acelerado, do ambiente dos restaurantes às obras na Av. Paulista. Na Rua Sta. Ifigênia, a delícia de vasculhar novidades eletrônicas, prazer para um dia inteiro... No Rio, agora sem tanto receio de dengue, o bom astral carioca contrasta com a incontida degradação da cidade. Difícil acreditar que tal degradação seja reversível. Apesar de tudo, coisas lindas ainda existem. Vejam esse ângulo da grandiosa beleza do Cristo Redentor, na na foto acima, clicada por Leidi.

Um dos prazeres dessa viagem foi rever velhos amigos, tudo assim meio ao acaso. No hotel, um dos hóspedes era ninguém menos que um amigo de velhos tempos, Waldemar de Oliva Brandão, em companhia da filha Vanessa. Muita alegria também por rever Aurílio e Vera, que residiram em Brasília e hoje estão em Niterói.

Enquanto escrevo aqui, ouço um MP3 com seleção dos anos 70 que meu irmão Isaac me deu quando passei por Lins. Excelente, como todas as seleções feitas com sua sensibilidade de bom músico. Valeu, mano! Esse é pra ouvir muitas vezes...

Na viagem, acessei internet em alguns computadores de aluguel (lan house) e, chegando em casa, vejo que minha caixa de mensagens foi bloqueada temporariamente pelo provedor. Como não se trata de excesso de arquivos pesados, a suspeita recai sobre tentativas de violação da senha. O fato é que não dá pra confiar nos computadores dessas lojas de internet... Assim, por ora não consigo responder os e-mails que estão chegando. Espero que tudo se resolva sem muita demora e, então, responderei todas as mensagens...

Para minha surpresa, Leidi encontra a lista dos autores mais lidos da Usina de Letras, que hoje reúne nada menos que 9 mil participantes que escrevem e publicam no site. Maior surpresa ainda é me encontrar entre os 100 autores mais lidos, sabendo que não houve qualquer ajuda de publicidade, divulgação organizada ou artifício eletrônico para acelerar contadores de visitas. Devo essa alegria exclusivamente aos amigos que visitam minha página. Agradeço de coração e continuo contando com seu incentivo e suas críticas.

Por último, um forte abraço a dois aniversariantes desta semana: sra. Ângela (filha do sr. Ludgero e dona Cida), dedicada gerente de agência na Caixa Federal em Brasília (25/6), e o amigo Cláudio Edemur, de Valparaíso-SP (26/6). Parabéns aos dois cancerianos!
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23 junho 2008

HUMOR: CINCO PASSOS PARA SE TORNAR CELEBRIDADE



Para quem não viu, aqui está. Ingrid Guimarães dá um show, interpretando uma super-hiper-mega top model. E ensina os cinco passos para quem quer se tornar celebridade... Clique no play (barra inferior da imagem acima), espere um pouquinho e veja o quadro do Fantástico (Rede Globo).

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19 junho 2008

RAPIDINHAS DA VIAGEM

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Breves palavras só para explicar a demora na atualização do Blog. Fora de casa há uma semana, as postagens no Blog ficam mais difíceis. Portanto, estou postando "em trânsito" nesta bela quinta-feira carioca de céu claro e mar azul, depois do surpreendente frio na geladíssima São Paulo nos últimos dias.

Duas datas que não podem passar em branco. Márcia Rachel, minha irmã (12/6) e Verluci, grande amiga de Ribeirão Preto/S.Paulo (19/6). Parabéns e um abraço carinhoso a essas duas meninas queridas.

Em breve estarei de volta, colocando as coisas em ordem por aqui. Até lá.
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09 junho 2008

NOITE BRASILEIRA (clique nas imagens para vê-las ampliadas)

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De cima para baixo:
Rio de Janeiro - orla
Rio de Janeiro - vista aérea
Salvador
São Luis
João Pessoa
Cuiabá
Florianópolis
Vitória
Blumenau
Aracaju
Campo Grande
Florianópolis
Maringá
Palmas
São Paulo
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06 junho 2008

RAPIDINHAS DA SEMANA

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Nesta semana, registro os aniversários de duas ex-colegas de trabalho: Izabel Gonçalves da Silva, que conheci nos anos 70, em Valparaíso-SP (hoje reside no MS) e Maria Virgínia Pavani Gonçalves Dias, que conheci em Ibaiti-PR (hoje também morando no MS). Parabéns a essas meninas competentes e batalhadoras, com meu pedido para que Virgínia transmita um abraço ao marido, meu amigo Zecão.

Depois de longa espera, acabei de adquirir o volume 4 da coleção Metafísica da Saúde, que trata de sistema nervoso, incluindo coluna vertebral. Entre o lançamento do vol. 3, em setembro de 2003, e este último volume, alguns anos se passaram. Tempo dedicado à pesquisa e preparação do conteúdo, segundo os autores (Valcapelli & Gasparetto). Trata-se de uma coleção com abordagem um pouco diferente daquela tipicamente científica ou acadêmica, numa linha talvez mais esotérica ou parapsicológica, o que não diminue a profundidade e coerência da exposição. Basta ler alguns capítulos para perceber que as idéias fazem sentido. E muito.

Este Blog completa três anos neste sábado, dia 7. Um registro que me deixa feliz, tanto pela sua "longevidade" (muitos blogs, senão a maioria, são abandonados em pouco tempo) quanto pela qualidade do público visitante e pela satisfação de ter bons e velhos amigos passando sempre por aqui. Poderia ainda citar outro motivo de alegria: o desenvolvimento da página, que hoje conta com muito mais recursos do que no começo. A mensagem com voz, por exemplo, é um recurso interessante, que recentemente pude adicionar no canto superior à esquerda, onde acabo de postar a saudação gravada por mim mesmo (janela onde está o ursinho). Só pra relembrar o primeiro passo, em 7 de junho de 2005 eu iniciei este Blog postando a seguinte mensagem, que traduziria a linha editorial: "A magia sedutora da imagem e o poder criativo da palavra. Uma combinação perfeita, um casamento fértil, uma dança fascinante. Tentarei fazer deste espaço essa combinação. De preferência, com sensibilidade e bom gosto."

É junho, tempo de festa. Por isso, a noite desta sexta estará mais alegre com a festa junina tradicional logo ali, na quadra ao lado, na Igreja S. Francisco de Assis. Vamos pra lá, gente!
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03 junho 2008

MERGULHO NOTURNO

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MERGULHO NOTURNO (Crônica de Ricardo Zani)

Noite solitária, meio vazia, dessas ocasiões preferidas pelos pensamentos distantes, quando querem ressurgir das sombras ou do silêncio, sem avisos nem motivos.

É o que parece acontecer com ele. Movido por essas sensações, caminha indeciso até um canto da casa, onde existe um pequeno armário. A peça de madeira está onde sempre esteve, discreta, há uns tempos esquecida. Hesitando, pergunta a si mesmo se há algo diferente com que se ocupar, mas as emoções se antecipam, ameaçando arrombar o móvel à sua frente.

Ele se conhece bem. Sabe que, se abrir o armário, mergulhará em algo que o engolirá por horas. Nesse caso, sua noite já não estará vazia, mas não sabe como ela poderá terminar.

Delicadamente, gira a chave do armário e retira um dos pequenos volumes ali guardados, abrindo-o com cuidado. Então, acomoda-se e respira fundo. Perde a noção de quanto tempo se passa, embalado por tantas sensações. Logo, quer abrir o segundo... E aos poucos vai-se vendo numa rota emocionante.

Mal termina o segundo e bate a vontade de partir para o próximo. Como chegou até ali, vai em frente. Acontece que, dessa vez, o efeito parece mais forte. O terceiro realmente é diferente e o leva por caminhos e emoções pouco comuns.

O que há de diferente nesse último? Ele tem nas mãos o terceiro álbum de fotos de uma das coleções que guarda como um tesouro. Dezenas, quase todas antigas. Detém-se em uma delas, a mais velha do conjunto. Preto e branco, com décadas de idade, mas em boa conservação.

Uma sensação de surpresa inunda suas lembranças. Há muito tempo se esquecera dela e não esperava encontrá-la naquele contexto nostálgico. Talvez por isso, agora parece vê-la pela primeira vez.

Natural sentir saudade quando a gente se entrega às recordações que as imagens antigas nos trazem. Mas nesse caso há algo diferente. Não é propriamente saudade, já que nessa foto só ele aparece, aberto num doce sorriso, na pose ingênua e franca dos quatro ou cinco anos de idade. É que aquela visão inspira um carinho que vai além da imagem em si.

Olhando para a fotografia, ele vê quem nela não está. Pessoas que num certo momento de suas vidas incertas deixaram de lado os ganhos e perdas, as idas e vindas, e fizeram algo para compor uma cena de ternura que, sem se darem conta, legariam às emoções distantes de uma era impensável. Percebe que revive um sentimento forte por quem cuidou do menino em tempos frágeis, difíceis, mas palmilhados com afeto.

A emoção aperta a garganta ao pensar nas pessoas que se esmeravam em deixá-lo assim como na foto: arrumadinho, bem penteado, sapatinhos brilhando, roupa alinhadinha...

Lembranças, as melhores lembranças, de quem conseguia provocar-lhe um sorriso puro e sincero. A doçura de quem o afagava, o carinho de quem lhe dava colo, a proteção de quem o levava pelas mãos, o valor de quem lhe mostrava caminhos e atalhos.

Segue por longos minutos imerso na imagem cinzenta dentro do álbum, até que finalmente cai em si e retorna ao presente. Aí ele se dá conta da maravilha que é, ainda hoje, ver e abraçar pessoas que desde o inocente preto e branco do árduo passado davam-se àqueles cuidados.

Mas o momento atual também balança nas dúvidas sobre a justa gratidão devida a essas pessoas e soluça nas dores por quem aqui já não vive, a não ser nas lembranças que a memória infantil capturou para guardar por toda a vida.

Muito além das imagens, porém, com a foto revive a doce noção de fazer parte de um lar, naturalmente sem luxo, construído com mais sentimento do que acabamento. E devolve o conforto humano de pessoas que lhe dedicaram muito de si, sem nada esperar em troca. Exceto expressões de ternura como a que se mantém viva e verdadeira no papel envelhecido.
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02 junho 2008

FALHA DE COMUNICAÇÃO

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O que transcrevo a seguir pode ser engraçado, mas não é piada (esta página não é dedicada a piadas). Trata-se muito mais de um ótimo exemplo dos problemas causados por falhas de comunicação...

O sujeito está no maior porre na porta de um boteco e, de repente, aparece uma procissão.
Centenas de pessoas reunidas, carregando uma santa num andor, toda decorada em verde e rosa.
O bêbado grita:
- Olha a mangueira aí, gente!!!
Enfezado, o padre se vira pro bêbado e esbraveja:
- Que falta de respeito, seu excomungado! Fique aí com o seu vício e nos deixe em paz com a nossa fé!
Mal o padre acaba de responder e a santa bate a cabeça no galho de uma mangueira, cai e se espatifa no chão.
E o bêbado:
- Eu tentei avisar... mas o padre é estressadinho!!!
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