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Semana de conferência dos resultados de alguns exames. Foi uma pesquisa sobre níveis de minerais essenciais e de metais pesados. Quanto a estes últimos, está tudo em ordem. Mas parece que meus minerais estão em desequilíbrio, além de algumas dúvidas sobre a relação do pH intracelular e o pH extracelular. Coisinhas pra esclarecer o especialista e não pra compartilhar aqui.
Se menciono aqui é como gancho para repassar outras informações. E se esse papo parece frescura de quem tem mania de doença, lembro que, para as áreas avançadas da medicina, não existe dúvida: desequilíbrio nos minerais essenciais pode afetar a saúde e o processo de envelhecimento, a médio e longo prazos. Para entender melhor tudo isso, há fontes interessantes, inclusive na internet. Outra dessas fontes é o livro do médico Sérgio Teixeira (Medicina Holística, Ed. Campus), que aborda a questão em profundidade, mas com linguagem fácil, dirigida a leigos. Nessas páginas fica fácil entender, por exemplo, a relação entre excesso de metais no sangue e os problemas mentais. Relação entre excesso de zinco e falta de concentração (e quanto zinco existe em certos produtos para pele e cabelos!); relação entre depressão profunda ou doenças auto-agressivas na falta de lítio, magnésio, antimônio, etc. O chumbo é um bom exemplo, que remete a problemas como mania de perseguição. Aí ficam mais claros os transtornos de Van Gogh, que trabalhava com tintas que tinham cerca de 90% de chumbo. Da mesma forma, entendem-se melhor as conseqüências dos encanamentos de água de algumas elites antigas, feitos com tubulações de chumbo, como é o caso da fase decadente do Império Romano e de suas personagens enlouquecidas... Então, vale pensar nas tintas de cabelo e todas as outras tintas, que dependem de chumbo como elemento fixador. Não sei das credenciais desse autor nos meios especializados, mas sei que ele vai longe em suas abordagens e parece não ter receio em relacionar o alumínio com o mal de Alzheimer, em criticar a qualidade das latinhas de bebidas nacionais e advertir os que bebem cerveja e refrigerantes com a boca na lata, etc.
No fim de semana, rolou uma esticada rápida até Goiânia, pra aliviar a saudade da estrada e aquecer o coração de Suzi. Afinal, ela não deve ficar muito tempo abandonada na garagem. Isso, definitivamente, não faz bem à alma de uma japonesa.
Hoje, Brasília-Goiânia é um passeio gostoso, totalmente em pista dupla e asfalto bom. Mas ainda assim, perigoso! Muito movimento, com tráfego excessivamente heterogêneo, onde se misturam velozes carros esportivos, grupos de motociclistas voando a mais de 200 km/h, motonetas lentas, caminhões pesados, deslocamentos rurais, motoristas com carros idosos saindo ou chegando em alguma ponte para pescar... Então, dá pra imaginar o sincretismo rodoviário desse percurso e os perigos que isso significa. Mas já foi muito pior. Lembro-me que, no passado, esse trajeto era uma temida aventura... Pista simples, curvas mal projetadas e um trânsito mais carregado, pois quase tudo passava por Goiânia quando não havia outras alternativas de ligação rodoviária com o DF.
Por falar em Goiânia, lá está um dos aniversariantes desta semana, o amigo linense Cido Veríssimo. Abraços a ele e também a outra aniversariante, Célia Regina, minha querida irmã que mora em São Paulo e com quem não consegui falar por telefone...
Jogos Olímpicos estão aí, mostrando ao mundo um megaespetáculo. Nestas Olimpíadas, em especial, além das emoções do maior show esportivo do mundo, temos a oportunidade de observar um pouco o que é a verdadeira China, por trás do gigantismo de seus números e de sua economia. Quem prestar atenção perceberá que dificilmente o país sairá desse evento sem alguns danos à sua imagem política.
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