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23 dezembro 2006

JABOR: A MALDIÇÃO AOS MAUS POLÍTICOS

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Arnaldo Jabor traduz o sentimento de parte dos cidadãos em relação ao comportamento recente da Câmara dos Deputados. Desanca, detona, abre a ferida e encontra um jeito muito curioso de saudar os deputados no Ano Novo. Clique aqui para ouvir Jabor.
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RAPIDINHAS...

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Rapidinhas breves e rápidas como nunca. Outra semana corrida, sem tempo pra mais nada, por incrível que pareça. Fico por aqui no Natal, com minha inexperiência para gerenciá-lo e o risco de improvisação na passagem do Ano Novo (fora de Brasília). Fazer algo sem experiência e lidar com a improvisação não é minha praia...

Não bastasse isso, tem as confusões urbanas do fim de ano desorganizado. Além dos aeroportos e rodoviárias em colapso, tem as avenidas, supermercados e bancos congestionados. No exterior, falta neve na terra do Papai Noel e sobra nevasca em regiões do EUA.

Mas kiko? Que-que-eu-tenho-com-isso?. Não é por isso que nosso fim de ano vai azedar. Nem é por isso que seremos menos felizes. E pra traduzir o que se pode entender por “ser feliz”, o post abaixo (PALCO DA VIDA) é uma ótima sugestão.

Fico por aqui, senão a sexta-feira termina e, então, isso vai virar “rapidinhas de sábado”. Bom FDS a todos”.

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22 dezembro 2006

TODOS DIZEMOS FELIZ NATAL. MAS O QUE É SER FELIZ?

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PALCO DA VIDA

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples ,que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".É ter capacidade de dizer "eu te amo". É ter humildade da receptividade.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.Jamais desista de si mesmo.

Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

(Autoria atribuída a Fernando Pessoa. Bem... se não for dele, até que poderia ter sido)
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19 dezembro 2006

SENTIMENTAL E SAUDOSO


NADA SE COMPARA AO FINAL DO ANO. EM NOSSA CULTURA CRISTÃ OCIDENTAL, NENHUM OUTRO MOMENTO TEM O ENCANTO E O PODER SENTIMENTAL DAS COMEMORAÇÕES DE FIM DE ANO. É CLARO QUE CADA PESSOA SE SENTE DE UM JEITO. UNS MAIS FELIZES, ALEGRES, OUTROS TRISTES, ALGUNS GENEROSOS, OUTROS ANSIOSOS...

BOM SERIA SE TODOS SE ENVOLVESSEM NOS MELHORES IDEAIS E SENTIMENTOS, ESPECIALMENTE AQUELES INSPIRADOS NA BONDADE E FRATERNIDADE

PESSOALMENTE, ACHO QUE NESTA ÉPOCA FICO MAIS SENTIMENTAL E SAUDOSO. A SENSIBILIDADE AFLORA, O CORAÇÃO SE AQUECE, AS BOAS LEMBRANÇAS RESSURGEM, AS INTENÇÕES SE REFINAM...

BOM MOMENTO PARA RECICLAR OS PENSAMENTOS, FILTRAR AS EMOÇÕES, COMPARTILHAR BONS SENTIMENTOS...

POR ISSO, QUERO DIVIDIR COM VOCÊS A BELEZA DA APROXIMAÇÃO DAS FESTAS. O ENCANTO DA IMAGEM (CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA) E A INSPIRAÇÃO DA MELODIA
(CLIQUE AQUI PARA OUVIR) SEJAM NOSSO BRINDE A ESTE FINAL DO ANO!!
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16 dezembro 2006

MÚSICA: SANDY VAI BEM EM NOVO ESTILO

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Sandy (da dupla Sandy & Júnior) parece ensaiar novos estilos para cantar sozinha. Nem parece a conhecida Sandy nesta boa interpretação de "Fotografia", acompanhada por Marcelo Bratke ao piano, no Ibirapuera. Clique aqui para ver o vídeo.
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15 dezembro 2006

RAPIDINHAS DE SEXTA

Correria continua. Alugar ap, vender carro, preparar Natal, pensar na viagem do Ano Novo...

Novo flogão no ar, inventado e criado pela Leidi, para me fazer uma surpresa. Que surpresa!! Gostei demais, até do nome que ela deu ao novo fotolog.
Clique aqui para ver o novo flogão.

O antigo flogão dela é mais sucesso que nunca! Muitas visitas e comentários todos os dias. Está ótimo o post de hoje.

Hoje espero notícias sobre a arguição de Luiza, que ontem enfrentou a banca examinadora, pra apresentar o projeto do seu segundo mestrado. E na quarta eu enfrentei sua vontade de caminhar. Demos três voltas completas na super QI 17... Ufa! Duas horas sem parar. Vc continua em forma, hein menina (quanto a mim, sempre estive, rsssss)...

Por hoje é só. Bom FDS a todos. Fui!

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09 dezembro 2006

MINISTROS DO SUPREMO ASSALTADOS NO RIO. TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI DA SELVA...

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"Diz-se que o processo é o mundo do juiz. O que não está nos autos não existe no universo, eis a regra do bom julgador. Pois bem, no final da noite desta quinta-feira (7), a presidente e o vice do STF, Ellen Gracie e Gilmar Mendes, descobriram que há mais coisas entre o céu e a página do processo do que pode imaginar a vã filosofia togada.

Gracie e Mendes foram apresentados a um tipo de lei que só conheciam de ouvir dizer: a lei da selva. Deu-se no Rio de Janeiro. Mais precisamente na Linha Vermelha. É via obrigatória dos passageiros que desembarcam em solo carioca.

No caminho que separa a aridez do aeroporto da elegância da zona Sul do Rio, Gracie e Mendes percorreram os quilômetros regulamentares de miséria que margeiam o asfalto. Ao longo de 22 quilômetros, há 17 favelas. Súbito, viram-se no meio de um arrastão.

Ladrões bloquearam a avenida por cinco minutos. Tempo bastante para livrar as vítimas de certos pertences. No caso de Gracie e Mendes, “o limpa”, no dizer próprio da bandidagem, foi “geral”. Incluiu o automóvel.

Presidente e vice do Supremo foram largados ali, noite alta, à beira da estrada. "Foi tudo muito rápido. Eram uns dez bandidos. Cercaram vários carros e roubaram todo mundo. Acho que os ladrões não sabiam quem eles eram", contou uma das vítimas do assalto, que prestou queixa na delegacia.

Gracie e Mendes deram-se conta de quão injusto é o mundo que pulsa fora dos autos. Data vênia, todo cidadão é igual perante a lei da selva. Mas o cidadão abonado, por mais igual, merece tratamento especial.

Por sorte, Gracie e Mendes não tardaram a ser resgatados. Recolheu-os o carro da “segurança”, que vinha mais atrás. Informada de todo o ocorrido -inclusive do nome das vítimas-, a polícia carioca entrou imediatamente em ação. Ainda de madrugada, perseguiu seis suspeitos. Trocou tiros com eles. Dois morreram. Quatro fugiram.

Reza o artigo 1º da lei da selva: Na perseguição à bandidagem pé-de-chinelo, atira-se primeiro; pergunta-se depois. Em meio ao fogo cruzado, safam-se os que têm as melhores pernas, não os melhores advogados, acrescenta um inciso pendurado ao artigo."

(Por Josias de Souza - extraído do Blog do Josias)
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08 dezembro 2006

RAPIDINHAS DE SEXTA

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Preciso me desculpar por ter ficado ausente nesta semana. Meu Blog ficou praticamente “congelado”. Pode não justificar, mas talvez explique: foi correria mesmo! É que, de repente, tive um “montão” de coisas pra resolver... E como sou o síndico, passei a semana correndo atrás de soluções para essas coisas... Em tempo: sou síndico de mim e das minhas coisas, como explicava Tom Jobim em “tom” de profunda queixa...

Queixa de verdade é aquela dos usuários do Detran. Esse do DF é um caso à parte. Pra mim, foram horas naquele purgatório. Ao todo, quase três horas nesta semana. Tudo bem, aquela droga melhorou bem desde quando escrevi “
Na fila do Detran”, em 2002. Mas ainda desagrada muito.

Desagrada a muitos aspirantes de poeta saber que rima não gera poesia, como ensinou o mestre Houaiss. E mais: nem sempre há poesia no poema. Fazer poesia é pra quem sente e sabe dar forma literária ao que sente. Quer um exemplo de texto sem refinamentos métricos mas com muita qualidade poética?
Clique aqui.

Aqui está. Bem aqui ao meu lado: Eva Cassidy, procedente de Washington D.C., sua terra natal. É meu primeiro e único CD da grande Eva. Era também o único e último disco da cantora nas lojas da capital americana. Se agora ele está aqui, devo esse privilégio à Luiza, que chegou há uma semana trazendo-me esse presentão. Obrigado, menina!!

Meninas e meninos estiveram em festa nesta semana. Meus abraços a eles. Beth aniversariou dia 3, Sandra Lúcia será no dia 10 e Folquito foi ontem, dia 7. Este, que o Orkut me reapresentou, foi amigo da infância, colega dos primeiros anos de escola, no velho Grupo Escolar Dom Henrique Mourão, de Lins. Sim, faz muito tempo!

Não faz muito tempo, mencionei aqui minha crônica “
Quando o poder público sabe ser rápido” (escrita há pouco mais de um mês), que procura expor o contraste entre duas situações semelhantes na essência e opostas nos seus impactos políticos. A primeira situação: o atual frenesi nas altas esferas para resolver a crise no controle do tráfego aéreo. A segunda: o histórico descaso das mesmas esferas com a penúria do tráfego terrestre, os ônibus interestaduais, as rodoviárias, as estradas... Esse texto foi parar na Globo e na Veja há algumas semanas. Agora, para minha surpresa, o Jornal Nacional acaba de realizar uma série de reportagens sobre a situação dos ônibus interestaduais, que foi exibida nesta semana. Fiquei feliz por ver, no ar, em rede nacional, a ferida na qual, no mês passado, eu botei o dedo e a caneta. Gratificante! É bom ver e ouvir a TV amplificar a mesma reflexão que meu teclado escreveu semanas antes.

Antes e depois de segunda-feira, estive em Formosa. No domingo, a passeio, com direito a uma boa comida caseira típica do interior de Goiás. Na terça, por motivos totalmente imprevistos, pra acudir a uma emergência à noite. Então me vi ao volante, retornando por volta de meia-noite, cansado e sonolento... Exatamente como sempre procuro desaconselhar e evitar.

Evitei a transmissão automática, na escolha de um carro, e algumas pessoas estranharam minha decisão. Por que preferir o câmbio mecânico? Bem, é o tipo da conversa que me agrada... Desculpem-me os leigos em automóvel, mas vou me aprofundar. Obviamente, a transmissão mecânica não é a mais confortável nem a mais charmosa, mas para o motorista experiente é a melhor. Enquanto o câmbio automático está “programado” para fazer trocas de marcha em determinado regime de rotação (geralmente lá em cima, na inflexão da curva de torque), no câmbio mecânico o piloto é quem busca a rotação que convém a cada situação, segundo sua perícia e sensibilidade, desfrutando a liberdade de poupar o motor ou extrair dele o máximo possível. Na maioria das vezes é desnecessário subir no alto da curva para trocar, ou seja, com o câmbio mecânico dá pra economizar muito combustível e evitar desgaste do motor, uma vez que não precisa subir muito os giros a cada troca. Por outro lado, só o câmbio mecânico permite pilotagem agressiva, arrancadas rápidas e retomadas mais vigorosas, porque o tempo das trocas e o regime dos giros dependem só da habilidade do piloto, enquanto o automático faz as trocas no tempo e nos giros pré-definidos pela engenharia do projeto. Enfim, não é por acaso que muitos modelos esportivos (inclusive Fórmula 1) dispensam a transmissão automática, geralmente optando pelas versões avançadas do sistema mecânico, como os comandos eletrônicos no voltnate para troca de marchas super-rápidas. Bem, automático ou mecânico, pise leve e beba com moderação. Carpe diem! Fui!!

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04 dezembro 2006

OUTRO VÍDEO SENSACIONAL!

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Existem muitos vídeos circulando na internet, mas nem todos são dignos de entrarem para uma "seleção de ouro". Um dos que achei sensacional está aqui. Uma preciosidade!! Original, natural, parece um registro autêntico e acidental de um episódio ocorrido na rua. Eu ja vi esse vídeo mais de 10 vezes. A cada vez, achei mais engraçado. Clique aqui.
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01 dezembro 2006

RAPIDINHAS DE SEXTA


Alegre, colorido, promissor e fraterno, ele chegou... Pessoalmente, sempre gosto, salvo raras exceções, como a descrita na crônica “Natal é tudo igual”, que publiquei na Usina de Letras. É claro que estou me referindo ao mês de dezembro, que acaba de chegar.

Dezembro chega com comércio tumultuado, compras de última hora em shoppings agitados com público ansioso, estacionamentos esgotados e encharcados pela chuva insistente. Tudo bem, mas o problema não é esse. É o marcador do tempo, é o calendário virando, o tempo passando numa velocidade incrivelmente subjetiva... Paradoxalmente, ele passa mais lento do que desejam os netos e muito mais rápido do que gostariam os avós.

Vovôs, vovós, titios e titias estão botocando pra parecerem mais novos (haja Botox!), mas aqui no meu espelho ela insiste em se maquiar de modo a parecer mais velha... Paradoxos da vida!

A vida corre e corro eu também. Que semana corrida! Por uma indesejável coincidência, tenho de anunciar nos classificados apartamento pra alugar e carro pra vender, tudo ao mesmo tempo. meu tempo é quase todo pra atender telefone... E lá vem mais obra pra eu cuidar, agora no apartamento recém-desocupado... Não parece, mas isso agita o dia-a-dia...

É dia de Luiza desembarcar. Tá chegando a Brasília e suas gatinhas irão vê-la amanhã. Almoço do FDS confirmado, né mocinha?

Outra mocinha que chega a Brasília é a Skol Lemon... Finalmente! Tal como livros, discos, carros e outros lançamentos, tudo chega atrasadíssimo por aqui. Não dá pra entender tanta demora. Será que o DF fica na selva amazônica?

Com ou sem Skol Lemon, sexta é dia de boa cerveja. Fui!

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