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Meninos e meninas, estou saindo por uns dias, porque ninguém é de ferro...
Um breve tour lá pela região de Ubatuba, Parati e Angra, esperando que a meteorologia mande mais sol e menos chuva. Por isso, durante alguns dias este blog ficará um pouco "congelado", mas prometo muitas fotos assim que retornar.
Mas não me abandonem, por favor. Lembrem-se de que ali no alto da página, à esquerda, vocês têm ótimos links para endereços atualizados. Ou então entrem nos três links aqui abaixo. Vocês vão ver uma coisa incrível: existem mulheres lindas, perfeitas mas... encalhadas. Um consolo para quem não se conforma com a sorte. E uma esperança para os homens que estão à procura de mulheres lindas, ainda que encalhadas! Clique nas linhas abaixo para ver e ouvir (com som).
http://www.flogao.com.br/peladinhasdf/foto/030/52296390
http://www.flogao.com.br/peladinhasdf/foto/030/52296502
http://www.flogao.com.br/peladinhasdf/foto/030/52296586
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Até breve!
30 março 2006
27 março 2006
PARA ALIVIAR


Para aliviar a raiva que nasce dos abusos como esse aí no post abaixo e para descontrair as tensões, ouça um sucesso atual da MPB, nas vozes potentes e bonitas de Ana Carolina e Seu Jorge. Clique aqui para ouvir.
TRIPUDIANDO SOBRE O SEU VOTO E SOBRE OS RESTOS MORTAIS DA ÉTICA NA POLÍTICA

A dança da deputada no plenário da Câmara Federal, festejando a absolvição de um deputado que confessou ter embolsado boa grana do "valerioduto" repercutiu muito além do imaginado. Um bom exemplo da repercussão é a análise e o protesto do Procurador de Justiça Luiz Lopes de O. Filho. O texto do Procurador é um pouco longo, mas não tem como ignorá-lo, pela sua lucidez, consistência, objetividade e senso crítico. Reproduzo-o integralmente aí abaixo, jutamente com o e-mail do autor. Se você concordar com os argumentos e com o protesto, escreva para ele. E repasse o texto para seus conhecidos.
A dança da deputada
Por Luiz Lopes de O. Filho - Procurador de Justiça (luizlopes.rn@uol.com.br)
Definida etimologicamente como a atitude ou manifestação ostensiva de desdém, de menosprezo, de ironia ou sarcasmo, ainda que por vezes causando indignação às pessoas, o escárnio é uma das atitudes de maior desrespeito de um ser humano em relação a outro. É quando alguém se acha acima da condição dos demais humanos. É quando se olha de cima para baixo e se anula qualquer sentimento de respeito e de consideração para com seu semelhante. É quando, mesmo tacitamente, há a postura de completo desapreço em relação aos outros, e como se as opiniões desses outros fossem fúteis e desqualificadas, quando não inexistentes.
O escarnimento traduz a completa falta de sentimento e de consideração de uma pessoa em relação às outras ou mesmo de alguém em relação à opinião e ao pensar de um grupo social em referência a si mesmo.Em outras palavras é o completo desprezo. Mais ainda: É a total repulsa e preterição em detrimento do conceito de terceiro sobre atos que o desdenhador tenha, por ventura, praticado.No entanto, se o escárnio se acompanha da zombaria e da ridicularização de tudo que se possa achar sobre a postura do zombador, forma-se, então, a dualidade da arrogância, caminho que desembocará, lastimavelmente, no desplante da soberba e da empáfia.
Os últimos atos do Poder Legislativo Federal têm se mostrado como um grande escárnio daquela instituição para com o povo brasileiro. Não há nada similar, quando se cuida do compromisso dos membros daquele poder para com o povo.Há algum tempo tenho acompanhado a atitude de alguns parlamentares brasileiros e confesso que já estou começando a me indignar com uns tantos.Tomo como exemplo aquela deputada federal pelo Estado de São Paulo que, numa posição sempre preconcebida de tumultuar os processos do conselho de ética, do qual faz parte, já alardeava bem antes que iria pedir vistas nos julgamentos que tentavam cassar os parlamentares do PT. Agora, achando pouco, resolve "dançar" no plenário da Câmara Federal e desdenhar do povo, tudo isto por causa da absolvição de um deputado que confessou haver recebido aproximadamente R$ 450.000,00 do "valerioduto". Não abomino a absolvição, embora discorde dela. Execro, sim, o deboche da deputada para com a opinião pública, e indago: Precisava mesmo dançar?
Quero deixar bem claro que não generalizo a postura de tal deputada. Sei – e não poderia deixar de ser assim – que existem muitos parlamentares sérios no PT, assim como no PMDB, PFL, PSD, etc... Não quero aqui, nem muito menos acolá, perder a ternura da crença no ser humano. Não, não quero! Ao contrário, quero crer nos homens, apesar dos pesares, até porque também sou da raça humana. Se deixasse de acreditar nos meus semelhantes, como eu ficaria sentindo-me parte de uma estirpe degradada da mínima credibilidade? Não, não quero isso. Reluto em perder a fé nos meus semelhantes. Porém, sou obrigado a sucumbir perante a malfadada dança da deputada Ângela Guadagnin e, mesmo com o coração sangrando, confessar que aquele ato nos diminuiu como pessoas, mitigando a grandeza dos seres humanos, amiudando sua nobreza e, por fim, exaurindo a mínima dignidade que ainda se possa extrair das suas entranhas.
Ângela e sua dança, para mim, foram o epílogo da decência. Não há mais palavras a serem ditas e, talvez, nem o silêncio sirva como resposta. A Ângela, nem as batatas...
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24 março 2006
O BRANCO NA FOTOGRAFIA

Depois do AZUL e do PRETO, agora é a vez do BRANCO. Vamos contemplar as belezas do branco na fotografia? Clique aqui para ver a imagem ampliada, com som.
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22 março 2006
SÓ PRA QUEM SE INTERESSA PELAS GRANDES QUESTÕES SÓCIO-ECONÔMICAS
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Jeffrey Sachs era um ícone do novo pensamento econômico nos anos 80 (uma espécie de guru do neoliberalismo). Pois bem, hoje reaparece defendendo a importância do Estado como propulsor do verdadeiro desenvolvimento. Que motivos o levaram a mudar a visão sócio-econômica do mundo? Clique aqui para ler a entrevista do economista à Exame.
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Jeffrey Sachs era um ícone do novo pensamento econômico nos anos 80 (uma espécie de guru do neoliberalismo). Pois bem, hoje reaparece defendendo a importância do Estado como propulsor do verdadeiro desenvolvimento. Que motivos o levaram a mudar a visão sócio-econômica do mundo? Clique aqui para ler a entrevista do economista à Exame.
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LÚCIA HIPPOLITO COMENTA: NENHUM BRASILEIRO PODE DORMIR TRANQÜILO
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A cientista política Lúcia Hippolito vai fundo e não poupa ninguém na análise do episódio sobre a quebra ilegal de sigilo bancário da conta do motorista "Nildo". Confira a análise. Clique aqui para ler a matéria.
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A cientista política Lúcia Hippolito vai fundo e não poupa ninguém na análise do episódio sobre a quebra ilegal de sigilo bancário da conta do motorista "Nildo". Confira a análise. Clique aqui para ler a matéria.
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21 março 2006
VOCÊ PODE ESTAR CASADO SEM SABER. FIQUE LIGADO!
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Você é casado, solteiro, viúvo ou divorciado? Tem gente vacilando na hora da resposta. Tem até pessoas que estão casadas e não sabem.
Quem antes namorava, agora fica. Casar e juntar virou praticamente a mesma coisa. E ninguém mais sabe dizer direito o que significa "estar casado". Um casal que não mora na mesma casa pode ser considerado casado? Pela união estável, não precisa mais morar sob o mesmo teto!
Tema atual e interessante, foi matéria principal do programa Fantástico, da TV Globo, do dia 12 de março último. Clique aqui para ler toda a reportagem e fazer o teste.
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Você é casado, solteiro, viúvo ou divorciado? Tem gente vacilando na hora da resposta. Tem até pessoas que estão casadas e não sabem.
Quem antes namorava, agora fica. Casar e juntar virou praticamente a mesma coisa. E ninguém mais sabe dizer direito o que significa "estar casado". Um casal que não mora na mesma casa pode ser considerado casado? Pela união estável, não precisa mais morar sob o mesmo teto!
Tema atual e interessante, foi matéria principal do programa Fantástico, da TV Globo, do dia 12 de março último. Clique aqui para ler toda a reportagem e fazer o teste.
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20 março 2006
O VÔO DA GAIVOTA

Busquei em sua rota
o vôo da gaivota.
Aprendi a gostar,
quero continuar...
o vôo da gaivota.
Aprendi a gostar,
quero continuar...
Numa mudança de rota, nas asas de uma gaivota, a fecundação de outro poema em minha página de letras. Clique aqui para ver o poema.
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16 março 2006
SUGESTÕES DE VERSOS LIVRES E MARCADOS, POR FERREIRA GULLAR
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Ferreira Gullar é sempre alguém a ser consultado quando o assunto é poesia. Na sexta-feira (10/3), convidado da 19ª Bienal do Livro (que acontece no Parque do Anhembi, em São Paulo, até domingo, 19), ele palestrou sobre o tema "o poeta por ele mesmo".
Autor de "Um Pouco Acima do Chão" (1949), "A Luta Corporal" (1953), "Dentro da Noite Veloz" (1975) e "Na Vertigem do Dia" (1980), todos de poesia, ele também é tradutor e escreve crônicas, ensaios e livros de ficção, entre outras modalidades que usam a palavra lapidada. É também colunista do caderno Ilustrada da Folha de S.Paulo aos domingos.
Em entrevista, o poeta citou 10 livros que o marcaram enquanto leitor e poeta. Mesmo que alguma parte deles não esteja mais disponível como títulos, podem ser encontrados em antologias e coletâneas, disponíveis na Bienal do Livro.
Clique aqui para ler tudo.
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Ferreira Gullar é sempre alguém a ser consultado quando o assunto é poesia. Na sexta-feira (10/3), convidado da 19ª Bienal do Livro (que acontece no Parque do Anhembi, em São Paulo, até domingo, 19), ele palestrou sobre o tema "o poeta por ele mesmo".
Autor de "Um Pouco Acima do Chão" (1949), "A Luta Corporal" (1953), "Dentro da Noite Veloz" (1975) e "Na Vertigem do Dia" (1980), todos de poesia, ele também é tradutor e escreve crônicas, ensaios e livros de ficção, entre outras modalidades que usam a palavra lapidada. É também colunista do caderno Ilustrada da Folha de S.Paulo aos domingos.
Em entrevista, o poeta citou 10 livros que o marcaram enquanto leitor e poeta. Mesmo que alguma parte deles não esteja mais disponível como títulos, podem ser encontrados em antologias e coletâneas, disponíveis na Bienal do Livro.
Clique aqui para ler tudo.
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VEJA TODAS AS MATÉRIAS DESTE BLOG
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Para ver todas as matérias publicadas, abra os arquivos mês a mês, na seção "archives", ao final da coluna à esquerda.
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Para ver todas as matérias publicadas, abra os arquivos mês a mês, na seção "archives", ao final da coluna à esquerda.
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14 março 2006
OBRA DE RON MUECK

Nascido na Austrália em 1958, Ron Mueck é um revolucionário na arte da escultura. Hiper-realista, é criticado por uns, incensado por outros...
Big Man, escultura de 1998, tem 1,83m de altura (foto ao lado). Segundo a crítica, esse é, dentre as obras de Mueck, o mais perfeito retrato da solidão humana.
11 março 2006
PÔR-DO-SOL EM JERICOACOARA

Não, não é uma pintura. É fotografia mesmo (Jericoacoara, no Ceará). Um presentinho para inspirar seu fim de semana...
Clique aqui para ver a imagem redimensionada, com música. Ou apenas clique sobre a imagem para ampliar.
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LINK PARA JORNAIS DE TODO O MUNDO
Há alguns dias este Blog passou a trazer uma novidade que vale a pena destacar. É um novo link, no alto da coluna à esquerda. Para quem ainda não acessou, quero lembrar que esse link abre a primeira página de jornais do dia, do Brasil e do mundo.
Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes representa jornais de cidades daquele estado ou País. Todos os dias é possível visualisar a 1ª página de cada jornal. Ao posicionar o cursor sobre a bolinha desejada, aparece a 1ª página dos jornais. Clicando sobre a bolinha, você tem a página em tamanho maior, para facilitar a visualização.
Espero que seja útil a todos os leitores.
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Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes representa jornais de cidades daquele estado ou País. Todos os dias é possível visualisar a 1ª página de cada jornal. Ao posicionar o cursor sobre a bolinha desejada, aparece a 1ª página dos jornais. Clicando sobre a bolinha, você tem a página em tamanho maior, para facilitar a visualização.
Espero que seja útil a todos os leitores.
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08 março 2006
OUÇA O SOM COOL DE BEBEL GILBERTO

Hoje quero falar de música. Quero falar de uma intérprete que faz sucesso pelo mundo, mas ainda não foi completamente reconhecida no Brasil.
Ela nasceu em Nova Iorque mas tem a música brasileira no seu código genético. É filha de João Gilberto e Miúcha, sobrinha de Chico Buarque.
Bebel começou a carreira cantando emmusicais infantis e especiais para televisão, como “Saltimbancos” e “Pirlimpimpim”, e o hit “Lindo Balão Azul” ao lado de Baby do Brasil, Moraes Moreira e Ricardo Graça Mello.
Depois de algumas tentativas frustradas de se lançar em carreira solo no Brasil, foi para os Estados Unidos, onde passou a aliar sua herança bossanova com as novidades eletrônicas que passou a assimilar, principalmente depois de trabalhar ao lado de artistas como David Byrne e Arto Lindsay.
O principal resultado desse "crossover" chegou em 2000, em seu primeiro CD “Tanto Tempo”, com boa repercussão no exterior. Em 2001 lançou um disco com remixes das músicas de “Tanto Tempo”, assinadas por DJs da nova safra brasileira de música eletrônica.
Tanto_Tempo_Remixes#">Clique aqui para ouvir Bebel.
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06 março 2006
CONJUGAÇÃO DE VERBOS - AJUDA GRÁTIS ON-LINE
Gente, para quem faz questão de usar bem os verbos da língua portuguesa, uma dica útil. Existe um "conjugador de verbos" on line, muito fácil de acessar e de usar. Com dois toques, você vai direto à conjugação de qualquer verbo. Clique aqui e não erre mais!
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A LINGUAGEM DOS CÃES

Curiosidade do mundo animal: você entende a linguagem dos cães? Sabe por que alguns latem mais que outros? O que quer dizer seu uivo, gemido e ganido? Clique aqui.
(na ilustração acima, reprodução de "A garota e o cachorro branco", de Lucian Freud... sim, é neto do Sigmund) .
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02 março 2006
Pierre Auguste Renoir

Depois de tanto texto e de textos tão longos (abaixo), que tal um Renoir, pra reequilibrar os espaços e a estética deste Blog??
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01 março 2006
COOPERE COM O ARQUEÓLOGO DO FUTURO
Imagine-se endereçando uma mensagem a um arqueólogo do futuro, fornecendo-lhe dados sobre a realidade atual que lhe servissem de apontamentos para o entendimento de nossos dias. A Agência Carta Maior apresenta espaço dedicado a esta inusitada empreitada, com a publicação mensal de textos de importantes intelectuais, cientistas e artistas endereçados ao Arqueólogo do Futuro.
O texto de estréia foi de Niéde Guidon, arqueóloga. Em seguida, tivemos o de Eduardo Gaelano, pensador e escritor uruguaio. Depois, o de Moacyr Scliar, médico, escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, o de Jorge Timossi, vice-presidente do Instituto Cubano do Livro e diretor da Agência Literária Latino-americana, o de Mirian Goldenberg, doutora em Antropologia Social e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o de Maurício de Sousa, o genial criador da Turma da Mônica, o de Emir Sader, sociólogo e professor da UERJ, o do Chico Anysio, humorista, escritor e pintor, o de Ferreira Gullar, poeta, o de Flávio Wolf Aguiar, escritor e professor de Literatura Brasileira da USP, o de Marcio Souza, escritor amazonense, o de Viviane Mosé, filósofa e divulgadora da filosofia, o de Elizabeth Ginway, brasilianista e estudiosa de ficção brasileira, o de Augusto Boal, teatrólogo criador do Teatro do Oprimido, o de Frei Betto, teólogo e escritor, o de Alfredo Bosi, escritor e professor de literatura brasileira, o de Jorge Furtado, cineasta, e o de Bernardo Kucinski, jornalista e professor da ECA-USP.
Aqui, um destaque para a carta do poeta Ferreira Gullar (clique aqui).
Para ver todas outras cartas, clique aqui.
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O texto de estréia foi de Niéde Guidon, arqueóloga. Em seguida, tivemos o de Eduardo Gaelano, pensador e escritor uruguaio. Depois, o de Moacyr Scliar, médico, escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, o de Jorge Timossi, vice-presidente do Instituto Cubano do Livro e diretor da Agência Literária Latino-americana, o de Mirian Goldenberg, doutora em Antropologia Social e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o de Maurício de Sousa, o genial criador da Turma da Mônica, o de Emir Sader, sociólogo e professor da UERJ, o do Chico Anysio, humorista, escritor e pintor, o de Ferreira Gullar, poeta, o de Flávio Wolf Aguiar, escritor e professor de Literatura Brasileira da USP, o de Marcio Souza, escritor amazonense, o de Viviane Mosé, filósofa e divulgadora da filosofia, o de Elizabeth Ginway, brasilianista e estudiosa de ficção brasileira, o de Augusto Boal, teatrólogo criador do Teatro do Oprimido, o de Frei Betto, teólogo e escritor, o de Alfredo Bosi, escritor e professor de literatura brasileira, o de Jorge Furtado, cineasta, e o de Bernardo Kucinski, jornalista e professor da ECA-USP.
Aqui, um destaque para a carta do poeta Ferreira Gullar (clique aqui).
Para ver todas outras cartas, clique aqui.
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