NOVOS CONCEITOS:
O HOMEM METROSSEXUAL
Na minha opinião, o assunto é mais uma curiosidade do que uma utilidade. Mas como envolve um novo conceito e um neologismo que parece entrar para o nosso vocabulário, vale a pena saber o que significa. Transcrevo, a seguir, matéria de Sérgio Dávila, da Folha de S.Paulo.
A cada ciclo econômico, as agências de pesquisa municiam as agências de publicidade, que convencem os anunciantes de que um novo perfil de consumidor apareceu. Foram os yuppies, nos 80. No auge da exuberância irracional norte-americana, eram os BoBos, os burgueses boêmios.
Agora, são os metrossexuais.Metrossexual, ou "metrosexual" no original inglês, contração de heterossexual com metropolitano. Essa a sua definição: um empreendedor bem-sucedido, entre 25 e 45 anos, que vive nas grandes cidades e se preocupa com seu aspecto visual, se dedica a essa preocupação e gasta com ela, como fazem seus colegas gays do mesmo extrato social.Com uma diferença fundamental: o metrossexual é macho.Ou, como disse à Folha Marian Salzman, diretora executiva de estratégia da Euro RSCG em Londres e coordenadora do estudo "O Futuro dos Homens", que popularizou o termo na mídia e ganhou as páginas do "The New York Times": "Cada vez mais homens comuns estão começando a apresentar qualidades metrossexuais mesmo sem saber".
O termo foi usado pela primeira vez em 1994 pelo escritor gay Mark Simpson, no artigo "Lá vêm os homens do espelho", publicado pelo jornal britânico "The Independent". Passou anos na gaveta para ganhar força total nos últimos meses, muito por conta do estudo da Euro RSCG e do rebuliço que ele causou no mercado de produtos voltados à vaidade masculina ao declarar que a tribo pode unir até 15% dos homens desta faixa etária nas grandes cidades.
Os metrossexuais lêem "Details", "GQ" e "Vanity Fair", revistas que dividem suas capas em igual número entre homens bonitos e mulheres bonitas, usam roupas de grife, discutem as novidades da linha masculina da Clinique e são capazes de fazer um ranking com os cinco melhores "day spas" de qualquer capital européia em questão de segundos.Segundo a pesquisa, que ouviu 519 britânicos e o mesmo número de norte-americanos, 49% deles acham perfeitamente normal um homem fazer limpeza de pele e manicure e 39% aprovam a cirurgia plástica masculina.
O representante supremo é o jogador de futebol britânico David Beckham, do Real Madrid, que pinta as unhas, muda o corte e a cor do cabelo como quem troca de camisa no final do jogo, gasta milhares de libras com produtos de beleza e confessou já ter usado algumas vezes as calcinhas da mulher, a ex-Spice Girl Victoria.Seu equivalente norte-americano é o ator Brad Pitt, casado com a também atriz Jenniffer Aniston, que planeja por semanas a posição exata de cada fio de seu cabelo "despenteado" e é um dos maiores salários do cinema. "Hollywood, aliás, é um celeiro de metrossexuais", disse Salzman.
O mercado começa a se movimentar. A Condé Nast, a mesma da "Vogue" e "New Yorker", planeja soltar nas bancas dos EUA uma revista de compras só para homens. O canal de TV paga Bravo vem exibindo há duas semanas o "reality show" "Queer Eye for the Straight Guy" (um olhar gay para os caras héteros), em que gays ajudam heterossexuais desleixados a virar metrossexuais.E o território latino-americano, Brasil e México à frente, é o próximo passo. "Queremos explorar o fenômeno com a perspectiva latina", disse Marion Salzman. "É surpreendente perceber o quanto do que é considerado traço típico do amante latino, como as boas maneiras e o galanteio às mulheres, na verdade é metrossexual."
30 junho 2005
CÓDIGO DA VINCI: POR QUE TANTO INTERESSE? (clique aqui)
No centro de um debate literário, O Código Da Vinci é alvo de críticas e análises. Há quem o considere impreciso do ponto de vista histórico, fraco sob a ótica teológica e insosso como literatura policial. Se isso é verdade, então como explicar o excepcional sucesso desse best-seller? Clique no título para ler mais.
NO CENTENÁRIO DE SARTRE, FRANÇA REVÊ O PAI DO EXISTENCIALISMO (clique aqui)
Romancista, ativista, considerado o pai do existencialismo, Jean Paul Sartre estaria completando 100 anos. Em seu centenário, a França revê as idéias do filósofo, que por aqui ficou muito conhecido nos anos 70 (clique no título para ler mais sobre o assunto).
29 junho 2005
28 junho 2005
ACREDITAR NA VIDA
É ter esperança no amanhã.
Saber que após a noite vem o dia.
Viver intensamente as emoções!
Pular de alegria.
Não invadir o espaço alheio.
Ser espontâneo.
Apreciar o nascer e o pôr-do-sol.
Amar as pessoas incondicionalmente.
Aproveitar todos os momentos...
Vencer a depressão! É cantar no chuveiro.
Confiar na voz da intuição. Perdoar as pessoas.
Estimular a criatividade.
Não se prender a detalhes.
Brincar como uma criança. Chorar de felicidade...
Deixar para lá.
Ter pensamento positivo.
Respeitar os sentimentos dos outros.
Rir sozinho.
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Entender que somos pessoas únicas.
É dançar sem medo.
Respirar a brisa do mar.
Ouvir a melodia suave de uma fonte.
Observar a natureza.
Adorar um dia de chuva.
Ter motivação! Enxergar além das aparências.
Descobrir que precisamos dos outros.
Esquecer o que já passou.
Buscar novos horizontes.
Perceber que somos humanos.
Vencer a nós mesmos.
Acreditar na vida! Leve isto a sério
É ter esperança no amanhã.
Saber que após a noite vem o dia.
Viver intensamente as emoções!
Pular de alegria.
Não invadir o espaço alheio.
Ser espontâneo.
Apreciar o nascer e o pôr-do-sol.
Amar as pessoas incondicionalmente.
Aproveitar todos os momentos...
Vencer a depressão! É cantar no chuveiro.
Confiar na voz da intuição. Perdoar as pessoas.
Estimular a criatividade.
Não se prender a detalhes.
Brincar como uma criança. Chorar de felicidade...
Deixar para lá.
Ter pensamento positivo.
Respeitar os sentimentos dos outros.
Rir sozinho.
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Entender que somos pessoas únicas.
É dançar sem medo.
Respirar a brisa do mar.
Ouvir a melodia suave de uma fonte.
Observar a natureza.
Adorar um dia de chuva.
Ter motivação! Enxergar além das aparências.
Descobrir que precisamos dos outros.
Esquecer o que já passou.
Buscar novos horizontes.
Perceber que somos humanos.
Vencer a nós mesmos.
Acreditar na vida! Leve isto a sério
NO BRASIL, AINDA SE LÊ MUITO POUCO (INFELIZMENTE... )
Vejam o que diz a pesquisa da BBC.
Os brasileiros lêem pouco e usam muito o rádio, a TV e a internet, de acordo com uma pesquisa da consultoria americana NOP World, com sede em Nova York.
A população do Brasil lê em média 5,2 horas por semana, o que coloca o país em 27º num ranking de 30 países que é liderado pela Índia. Já em horas dedicadas a ouvir rádio, os brasileiros saltam para a outra ponta da tabela, ficando em segundo lugar, com uma média de 17,2 horas semanais sintonizados. Os argentinos lideram esse ranking, com uma média de 20,8 horas.
Essas informações estão no NOP World Culture Score, uma espécie de ranking de atividades culturais preparado a partir de entrevistas feitas pela NOP World com 30 mil pessoas em 30 países entre dezembro de 2004 e fevereiro de 2005.
No tocante à internet, a pesquisa coloca os internautas brasileiros na nona colocação. Eles gastam uma média semanal de 10,5 horas online em atividades desvinculadas de assuntos de trabalho. Os cinco primeiros deste ranking são, na ordem, Taiwan, Tailândia, Espanha, Hungria e China.
Pela metodologia desta pesquisa, os entrevistados que dizem não passar tempo algum utilizando a internet fora do trabalho foram excluídos para o cálculo da média.
O Brasil ficou em oitavo lugar entre os países de maior média semanal de audiência televisiva. Os brasileiros, diz a NOP World, passam 18,4 horas semanais diante da telinha. À frente do país, ficaram Tailândia (22,4 horas), Filipinas (21 horas), Egito (20,9 horas), Turquia (20,2 horas), Indonésia (19,7 horas), Estados Unidos (19 horas) e Taiwan (18,9 horas).
Vejam o que diz a pesquisa da BBC.
Os brasileiros lêem pouco e usam muito o rádio, a TV e a internet, de acordo com uma pesquisa da consultoria americana NOP World, com sede em Nova York.
A população do Brasil lê em média 5,2 horas por semana, o que coloca o país em 27º num ranking de 30 países que é liderado pela Índia. Já em horas dedicadas a ouvir rádio, os brasileiros saltam para a outra ponta da tabela, ficando em segundo lugar, com uma média de 17,2 horas semanais sintonizados. Os argentinos lideram esse ranking, com uma média de 20,8 horas.
Essas informações estão no NOP World Culture Score, uma espécie de ranking de atividades culturais preparado a partir de entrevistas feitas pela NOP World com 30 mil pessoas em 30 países entre dezembro de 2004 e fevereiro de 2005.
No tocante à internet, a pesquisa coloca os internautas brasileiros na nona colocação. Eles gastam uma média semanal de 10,5 horas online em atividades desvinculadas de assuntos de trabalho. Os cinco primeiros deste ranking são, na ordem, Taiwan, Tailândia, Espanha, Hungria e China.
Pela metodologia desta pesquisa, os entrevistados que dizem não passar tempo algum utilizando a internet fora do trabalho foram excluídos para o cálculo da média.
O Brasil ficou em oitavo lugar entre os países de maior média semanal de audiência televisiva. Os brasileiros, diz a NOP World, passam 18,4 horas semanais diante da telinha. À frente do país, ficaram Tailândia (22,4 horas), Filipinas (21 horas), Egito (20,9 horas), Turquia (20,2 horas), Indonésia (19,7 horas), Estados Unidos (19 horas) e Taiwan (18,9 horas).
TEM ESCÂNDALO NO LIXO DO DF (clique aqui)
Quem mora aqui em Brasília não suporta mais a deficiência da coleta do lixo (os caminhões recolhem o lixo das caçambas numa esquina e saem derramando esse mesmo lixo pela rua afora, esparramando a sujeira que eles deveriam recolher, porque pagamos muito caro por esse serviço). O pior é o seguinte: estamos descobrindo que esse é o menor dos problemas. Parece haver tanta sujeira, tanto escândalo, tanta maracutaia no serviço de limpeza urbana, que o problema é muito maior do que a imundice que os caminhões espalham pelas nossas ruas... Só pra ter uma idéia, a Polícia Federal está investigando o presidente da Belacap, a empresa que terceiriza o serviço de limpeza urbana. Clique no título acima para entender o tamanho da sujeira.
FIM DE SEMANA EM PIRINÓPOLIS
Com tempo muito bom, temperatura agradável, sol dourado e lindo céu azul, o passeio a Pirinópolis foi gostoso. Ressalva para os trechos de estrada com asfalto ruim e para o tal evento (Festival Gastronômico), que ninguém entendeu bem o que era, onde era e para quem era... Do Festival, só vi a publicidade, rss... Para quem vai de moto, o sofrimento é o calçamento das ruas. São até perigosas, porque qualquer descuido, a moto tá no chão... (calçamento com pedras "lascadas", superfície muito irregular, um perigo... se cair, um abraço).
Com tempo muito bom, temperatura agradável, sol dourado e lindo céu azul, o passeio a Pirinópolis foi gostoso. Ressalva para os trechos de estrada com asfalto ruim e para o tal evento (Festival Gastronômico), que ninguém entendeu bem o que era, onde era e para quem era... Do Festival, só vi a publicidade, rss... Para quem vai de moto, o sofrimento é o calçamento das ruas. São até perigosas, porque qualquer descuido, a moto tá no chão... (calçamento com pedras "lascadas", superfície muito irregular, um perigo... se cair, um abraço).
27 junho 2005
Poema de Sete Faces
(Carlos Drummond de Andrade)
Quando nasci um anjo torto
desses que vive na sombra
disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
Que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
Não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
Pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos nao perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.(...)
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
(Carlos Drummond de Andrade)
Quando nasci um anjo torto
desses que vive na sombra
disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
Que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
Não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
Pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos nao perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.(...)
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
GOSTA DE MÚSICA FRANCESA? CLIQUE AQUI
Uma dica para quem curte World Music. A Rádio Uol tem um canal interessante, com diversas pções para world music. Sobre a música francesa, em particular, acho que temos pouco acesso. Tudo bem, agora com os programas para baixar música pela internet ficou mais fácil, mas muitas vezes é preciso garimpar para ouvir boa música francesa.
Se você clicar no título acima, entrará no canal world music. Em seguida clique na opção "música francesa". Você ouvirá uma seleção da boa, com Mireille Mathieu, Charles Aznavour, Julliete Gréco, Edit Piaf, Celine Dion (em francês) e até Cássia Eller (também cantando em francês). Espero que goste.
Se você clicar no título acima, entrará no canal world music. Em seguida clique na opção "música francesa". Você ouvirá uma seleção da boa, com Mireille Mathieu, Charles Aznavour, Julliete Gréco, Edit Piaf, Celine Dion (em francês) e até Cássia Eller (também cantando em francês). Espero que goste.
24 junho 2005
O QUE PARECE SER O FIM DA PICADA PODE SER O COMEÇO DE NOVA ERA. O FESTIVAL DE CORRUPÇÃO QUE ESTAMOS VENDO NA POLÍTICA PODE SER O INÍCIO DA DEPURAÇÃO
Segundo o historiador Luiz Felipe Alencastro, a imprensa européia está vendo com otimismo a atual crise política brasiliera. ( Clique no título acima para ler mais).

Estou aqui, aquecendo turbinas para um
tour fora do DF neste fim de semana...
Vamos nessa ? (clique sobre a foto para
ampliar
BLOGS POLÍTICOS SERÃO VEDETES NAS ELEIÇÕES
Recentemente, a revista Veja trouxe matéria de 5 páginas sobre a transformação do papel dos blogs, que estão extrapolando a condição original de diários de adolescentes, para ganharem importância nos campos político, social e cultural como mídias multiplicadoras de informação e opinião (Veja de 01.06.2005). Segundo a revista, nas eleições americanas os blogueiros tiveram participação destacada e, nas convenções partidárias, já são tratados com a mesma deferência da grande imprensa.
O Observatório da Imprensa confirma esse diagnóstico, na matéria sobre os blogs políticos e as previsões sobre sua importância no Brasil. "Pelo andar da carruagem, os blogs serão a grande atração da próxima campanha eleitoral, ano que vem. Isto ficou claro com a quantidade de comentários colocados por internautas nos blogs que tratam de temas políticos, principalmente os dos jornalistas Ricardo Noblat e Jorge Moreno.
Os brasileiros começam a descobrir os comentários em textos postados nos blogs como uma catarse política e uma ferramenta de participação bem mais cômoda e livre do que os tradicionais comícios, reuniões ou passeatas. É uma matéria-prima inédita para pesquisas de cientistas políticos e sociólogos – isto porque o ativismo político cibernético, no Brasil, ganhou um perfil diferente do dos Estados Unidos, cujo o povo mais usou a internet para fins políticos, até agora." (LEIA MAIS, CLICANDO NO TÍTULO DESTE TEXTO)
O Observatório da Imprensa confirma esse diagnóstico, na matéria sobre os blogs políticos e as previsões sobre sua importância no Brasil. "Pelo andar da carruagem, os blogs serão a grande atração da próxima campanha eleitoral, ano que vem. Isto ficou claro com a quantidade de comentários colocados por internautas nos blogs que tratam de temas políticos, principalmente os dos jornalistas Ricardo Noblat e Jorge Moreno.
Os brasileiros começam a descobrir os comentários em textos postados nos blogs como uma catarse política e uma ferramenta de participação bem mais cômoda e livre do que os tradicionais comícios, reuniões ou passeatas. É uma matéria-prima inédita para pesquisas de cientistas políticos e sociólogos – isto porque o ativismo político cibernético, no Brasil, ganhou um perfil diferente do dos Estados Unidos, cujo o povo mais usou a internet para fins políticos, até agora." (LEIA MAIS, CLICANDO NO TÍTULO DESTE TEXTO)
VIAGRA E CEGUEIRA:
O QUE DIZEM AS FONTES IDÔNEAS
Por todos os lados, são cada vez maiores os rumores e os receios acerca de problemas da visão associados ao uso do Viagra, principalmente depois de relatos reais de casos de cegueira.
Li uma notícia da agência Estado, que parece procedente, isenta e consistente. Diz a nota que a A FDA já recebeu 38 relatos do Viagra, 4 do Cialis e 1 do Levitra, mas alerta que ainda não é possível relacioná-los aos remédios..
O Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que regula a liberação de medicamentos, anunciou na sexta-feira que vai estudar uma possível relação entre casos raros de cegueira e o consumo de remédios para disfunção erétil, como o Viagra.A própria agência alerta, no entanto, que esse tipo de perda de visão está também relacionada às próprias causas da impotência e o número de casos é ainda muito pequeno para chegar a uma conclusão.As suspeitas estão baseadas em 43 casos de perda de visão de vários graus, incluindo cegueira, entre consumidores das drogas: 38 do Viagra, 4 do Cialis e 1 do Levitra, de acordo com a porta-voz do FDA, Susan Cruzan. "Estamos cientes que pessoas que usavam os remédios sofreram esse tipo de cegueira. No entanto, essa doença acomete o mesmo grupo etário que consome Viagra. Ainda não é possível fazer um relação de causa e efeito", afirmou, destacando que se trata ainda de "um número muito pequeno". Houve também seis casos no Reino Unido, informou sua agência reguladora.A doença em questão é uma neuropatia ótica isquêmica anterior não-arterítica (naion), que causa súbita perda de visão ao bloquear o fluxo de sangue para o nervo ótico. É uma das causas mais comuns de perda de visão súbita entre os idosos americanos e as estimativas sugerem que a cada ano ocorram de mil a 6 mil casos. Fatores de risco incluem diabete e doenças cardíacas – duas das maiores causas de impotência.Os casos rotineiros da doença, somado aos fatores de risco que são bastante comuns entre a população, podem impossibilitar que o FDA descubra se os medicamentos realmente aumentam o risco.Porém, por precaução, a agência discute agora com os fabricantes a possibilidade de incluir um alerta de que em casos raros os consumidores desenvolvem cegueira."Levamos isso a sério", afirmou Susan, Voluntariamente, os fabricantes do Cialis, Eli Lilly&CO e ICOS Corp., já inseriram uma linha de alerta no rótulo do produto.O fabricante do Viagra, a Pfizer Inc., afirma que 23 milhões de homens em todo o mundo tomaram a droga desde sua aprovação em 1998. O porta-voz da empresa, Daniel Watts, fez questão de ressaltar que não há provas de que o Viagra causou a cegueira. Em nota divulgada na sexta-feira, a Pfizer afirma que está discutindo a possibilidade de atualizar o rótulo "com esses raros incidentes oculares".A hipótese de relação das drogas com a doença foi levantada publicamente no começo do ano pelo médico Howard Pomeranz, da Universidade de Minnesota, que relatou ter atendido sete pacientes que reclamaram de perda de visão após 36 horas de uma dose de Viagra. "Uma relação causal definitiva não pode ser estabelecida no momento", escreveu Pomeranz em uma publicação científica.Viagra e seus competidores funcionam dilatando levemente as artérias para que o fluxo de sangue no pênis aumente.Se isto afeta o fluxo sanguíneo no olho ainda não se sabe, mas Pomeranz argumentou que a possibilidade de efeitos no nervo ótico é plausível.Por isso, pediu que oftalmologistas perguntassem a pacientes com naion se usavam drogas de impotência e que relatassem os casos.Apesar da suspeita, urologistas pedem cuidado e esperam por mais estudos para chegar a uma posição."É ainda uma hipótese, com um número muito pequeno de casos. Fica muito difícil atribuir à droga esse efeito sem fazer um estudo maior, prolongado e sério", afirmou o urologista Douglas Otto Verndl, do Hospital Albert Eintein, em SP."Não há motivo para pânico. É um número muito insignificante perto da quantidade de pessoas que tomam os remédios."Para o médico Arnaldo Cividane, chefe do Depto. de Urologia do Hospital Nove de Julho, a associação entre os remédios e a cegueira nunca foi levantada por nenhum estudo."É uma coisa nova, que nunca vimos acontecer, com todos esses milhares de pacientes que tomam o Viagra há anos. A gente precisa esperar e ficar alerto", disse.Os medicamentos como Viagra revolucionaram o tratamento de disfunção erétil, transformando-a de um problema pouco discutido em um mercado de cerca de US$ 2 bilhões.(O Estado de SP, 28/5)
O QUE DIZEM AS FONTES IDÔNEAS
Por todos os lados, são cada vez maiores os rumores e os receios acerca de problemas da visão associados ao uso do Viagra, principalmente depois de relatos reais de casos de cegueira.
Li uma notícia da agência Estado, que parece procedente, isenta e consistente. Diz a nota que a A FDA já recebeu 38 relatos do Viagra, 4 do Cialis e 1 do Levitra, mas alerta que ainda não é possível relacioná-los aos remédios..
O Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que regula a liberação de medicamentos, anunciou na sexta-feira que vai estudar uma possível relação entre casos raros de cegueira e o consumo de remédios para disfunção erétil, como o Viagra.A própria agência alerta, no entanto, que esse tipo de perda de visão está também relacionada às próprias causas da impotência e o número de casos é ainda muito pequeno para chegar a uma conclusão.As suspeitas estão baseadas em 43 casos de perda de visão de vários graus, incluindo cegueira, entre consumidores das drogas: 38 do Viagra, 4 do Cialis e 1 do Levitra, de acordo com a porta-voz do FDA, Susan Cruzan. "Estamos cientes que pessoas que usavam os remédios sofreram esse tipo de cegueira. No entanto, essa doença acomete o mesmo grupo etário que consome Viagra. Ainda não é possível fazer um relação de causa e efeito", afirmou, destacando que se trata ainda de "um número muito pequeno". Houve também seis casos no Reino Unido, informou sua agência reguladora.A doença em questão é uma neuropatia ótica isquêmica anterior não-arterítica (naion), que causa súbita perda de visão ao bloquear o fluxo de sangue para o nervo ótico. É uma das causas mais comuns de perda de visão súbita entre os idosos americanos e as estimativas sugerem que a cada ano ocorram de mil a 6 mil casos. Fatores de risco incluem diabete e doenças cardíacas – duas das maiores causas de impotência.Os casos rotineiros da doença, somado aos fatores de risco que são bastante comuns entre a população, podem impossibilitar que o FDA descubra se os medicamentos realmente aumentam o risco.Porém, por precaução, a agência discute agora com os fabricantes a possibilidade de incluir um alerta de que em casos raros os consumidores desenvolvem cegueira."Levamos isso a sério", afirmou Susan, Voluntariamente, os fabricantes do Cialis, Eli Lilly&CO e ICOS Corp., já inseriram uma linha de alerta no rótulo do produto.O fabricante do Viagra, a Pfizer Inc., afirma que 23 milhões de homens em todo o mundo tomaram a droga desde sua aprovação em 1998. O porta-voz da empresa, Daniel Watts, fez questão de ressaltar que não há provas de que o Viagra causou a cegueira. Em nota divulgada na sexta-feira, a Pfizer afirma que está discutindo a possibilidade de atualizar o rótulo "com esses raros incidentes oculares".A hipótese de relação das drogas com a doença foi levantada publicamente no começo do ano pelo médico Howard Pomeranz, da Universidade de Minnesota, que relatou ter atendido sete pacientes que reclamaram de perda de visão após 36 horas de uma dose de Viagra. "Uma relação causal definitiva não pode ser estabelecida no momento", escreveu Pomeranz em uma publicação científica.Viagra e seus competidores funcionam dilatando levemente as artérias para que o fluxo de sangue no pênis aumente.Se isto afeta o fluxo sanguíneo no olho ainda não se sabe, mas Pomeranz argumentou que a possibilidade de efeitos no nervo ótico é plausível.Por isso, pediu que oftalmologistas perguntassem a pacientes com naion se usavam drogas de impotência e que relatassem os casos.Apesar da suspeita, urologistas pedem cuidado e esperam por mais estudos para chegar a uma posição."É ainda uma hipótese, com um número muito pequeno de casos. Fica muito difícil atribuir à droga esse efeito sem fazer um estudo maior, prolongado e sério", afirmou o urologista Douglas Otto Verndl, do Hospital Albert Eintein, em SP."Não há motivo para pânico. É um número muito insignificante perto da quantidade de pessoas que tomam os remédios."Para o médico Arnaldo Cividane, chefe do Depto. de Urologia do Hospital Nove de Julho, a associação entre os remédios e a cegueira nunca foi levantada por nenhum estudo."É uma coisa nova, que nunca vimos acontecer, com todos esses milhares de pacientes que tomam o Viagra há anos. A gente precisa esperar e ficar alerto", disse.Os medicamentos como Viagra revolucionaram o tratamento de disfunção erétil, transformando-a de um problema pouco discutido em um mercado de cerca de US$ 2 bilhões.(O Estado de SP, 28/5)
23 junho 2005
DA LUTA ARMADA AO TELEJORNAL DA GLOBO
Certamente você já viu e ouviu o comentarista político da TV Globo, Franklin Martins. Diretor de jornalismo da Globo em Brasília, Franklin já é figura bem conhecida na telinha... O que poucos sabem -- e sua aparência não sugere -- é que, antes do telejornalismo, Franklin militou no movimento estudantil como ativista de ponta, de luta armada e de participação no MR-8, o movimento que seqüestrou o embaixador dos EUA em 1968... É o que revela o informativo da Assessoria de Comunicação da Universidade de Brasília, onde o jornalista esteve há pouco tempo, falando a estudantes de comunicação. Clique no título acima para saber mais.

Lagartixa - by Luiza
(clique sobre a foto para ampliar)

A foto acima reproduz uma das telas de Luiza, minha grande amiga aqui de Brasília, durante sua fase dedicada ao "mundo animal". Depois de longo tempo longe das telas, ela está voltando a pintar. Estou aguardando seu próximo trabalho, para admirar e reproduzir aqui...
21 junho 2005
BOSI, ESSE É MESTRE
(Por José Ricardo)
Estou lendo uma obra que é considerada, por alguns, a bíblia de bolso para escrever poemas. Não, não me venha perguntar se resolvi virar poeta. Na minha idade, fica difícil alimentar presunções da espécie. Mas acho um privilégio poder ler sobre isso, ter tempo e cabeça para esses assuntos. Então, dou-me o direito de conhecer essa "bíblia".
A obra em questão é O ser e o tempo na poesia, de Alfredo Bosi (Companhia das Letras), premiado como o melhor ensaio do ano (1977) pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo.
Bosi, um dos ícones sagrados da USP – e que hoje também ocupa a cadeira nº 12 da Academia Brasileira de Letras – parece uma fonte inesgotável de conhecimento, técnica e domínio do senso artístico.
Com propriedade, beleza e objetividade, discorre de Aristóteles a Peirce, evoca de Camões a Drummond e, acima de tudo, convoca Freud e teóricos dessa envergadura para avalizar a relação entre Semiótica e poesia.
Permitam-me reproduzir, a seguir, um trecho primoroso de seu ensaio:
A PALAVRA BUSCA A IMAGEM
“...toda grande poesia nos dá a sensação de franquear impetuosamente o novo intervalo aberto entre a imagem e o som. A diferença, que é o código verbal, parece mover-se, no poema, em função da aparência-parecença. Esse aparecer é, a rigor, um aparecer construído, de segundo grau; e a ‘semelhança’ de som e imagem resulta sempre de um encadeamento de relações, de modos, no qual já não se reconhece a mimese inicial própria da imagem.
Karl Bühler, falando da onomatopéia, e revendo com extrema agudez o velho problema da iconicidade da linguagem, comenta [...] o homem que aprendeu a ler e interpretar o mundo silabando vê-se, pelo instrumento mediador que é a linguagem e suas leis próprias, apartado da plenitude imediata do que os olhos podem ver, os ouvidos escutar, a mão aprender, e busca o caminho de volta, trata de lograr uma apreensão plena do mundo concreto, salvando o silabeio, no que é possível.
Na poesia coexistem as sombras da matriz e o discurso feito de temporalidade e mediação.
O discurso acha meios de trazer a matriz à tona, de explorar as suas entranhas, de comunicá-la. Os meios (no caso, procedimentos) visam a compensar a perda do imediato, perda fatal do ato de falar.
A pergunta fundamental é: como a série temporal do discurso persegue o imediato, o simultâneo, o finito da imagem? Como se comporta o tempo à procura da matriz atemporal?
Por hipótese, a resposta seria esta:
O discurso tende a recuperar a figura mediante um jogo alternado de idas e voltas; séries de re(o)corrências.
A expressão verbal em si mesma, ainda quando reduzida a blocos nominais atômicos, é serialidade. Implica sempre um mínimo de expansão, de diferenciação. Se assim não fosse, toda linguagem morreria logo depois de proferido o grito original, a interjeição, a onomatopéia. Mas a verdade é que mesmo a poesia mais primitiva, do esconjuro à palavra ritual e à narração mítica, já exibe todas as estruturas diferenciais da série fonológica, da morfologia, da sintaxe (atribuição, predicação...). Falar significa colher e escolher perfis da experiência, recortá-los, transpô-los, e arrumá-los em uma seqüência fonosemantica.” (Alfredo Bosi)
(Por José Ricardo)
Estou lendo uma obra que é considerada, por alguns, a bíblia de bolso para escrever poemas. Não, não me venha perguntar se resolvi virar poeta. Na minha idade, fica difícil alimentar presunções da espécie. Mas acho um privilégio poder ler sobre isso, ter tempo e cabeça para esses assuntos. Então, dou-me o direito de conhecer essa "bíblia".
A obra em questão é O ser e o tempo na poesia, de Alfredo Bosi (Companhia das Letras), premiado como o melhor ensaio do ano (1977) pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo.
Bosi, um dos ícones sagrados da USP – e que hoje também ocupa a cadeira nº 12 da Academia Brasileira de Letras – parece uma fonte inesgotável de conhecimento, técnica e domínio do senso artístico.
Com propriedade, beleza e objetividade, discorre de Aristóteles a Peirce, evoca de Camões a Drummond e, acima de tudo, convoca Freud e teóricos dessa envergadura para avalizar a relação entre Semiótica e poesia.
Permitam-me reproduzir, a seguir, um trecho primoroso de seu ensaio:
A PALAVRA BUSCA A IMAGEM
“...toda grande poesia nos dá a sensação de franquear impetuosamente o novo intervalo aberto entre a imagem e o som. A diferença, que é o código verbal, parece mover-se, no poema, em função da aparência-parecença. Esse aparecer é, a rigor, um aparecer construído, de segundo grau; e a ‘semelhança’ de som e imagem resulta sempre de um encadeamento de relações, de modos, no qual já não se reconhece a mimese inicial própria da imagem.
Karl Bühler, falando da onomatopéia, e revendo com extrema agudez o velho problema da iconicidade da linguagem, comenta [...] o homem que aprendeu a ler e interpretar o mundo silabando vê-se, pelo instrumento mediador que é a linguagem e suas leis próprias, apartado da plenitude imediata do que os olhos podem ver, os ouvidos escutar, a mão aprender, e busca o caminho de volta, trata de lograr uma apreensão plena do mundo concreto, salvando o silabeio, no que é possível.
Na poesia coexistem as sombras da matriz e o discurso feito de temporalidade e mediação.
O discurso acha meios de trazer a matriz à tona, de explorar as suas entranhas, de comunicá-la. Os meios (no caso, procedimentos) visam a compensar a perda do imediato, perda fatal do ato de falar.
A pergunta fundamental é: como a série temporal do discurso persegue o imediato, o simultâneo, o finito da imagem? Como se comporta o tempo à procura da matriz atemporal?
Por hipótese, a resposta seria esta:
O discurso tende a recuperar a figura mediante um jogo alternado de idas e voltas; séries de re(o)corrências.
A expressão verbal em si mesma, ainda quando reduzida a blocos nominais atômicos, é serialidade. Implica sempre um mínimo de expansão, de diferenciação. Se assim não fosse, toda linguagem morreria logo depois de proferido o grito original, a interjeição, a onomatopéia. Mas a verdade é que mesmo a poesia mais primitiva, do esconjuro à palavra ritual e à narração mítica, já exibe todas as estruturas diferenciais da série fonológica, da morfologia, da sintaxe (atribuição, predicação...). Falar significa colher e escolher perfis da experiência, recortá-los, transpô-los, e arrumá-los em uma seqüência fonosemantica.” (Alfredo Bosi)
INSPIRAÇÃO E BOM GOSTO
Encontrei um blog poético, bem escrito, de bom gosto, feito com inspiração e sensibilidade. É o blog da Adelaide Amorim, de onde "emprestei" Pavana, o poema da bailarina (abaixo).
PAVANA
(Adelaide Amorim)
Bailarina
Corpo sem peso
Na sapatilha de ponta
Estrita borboleta
Quem te tirou pra dançar?
A bailarina
Pairando acima da platéia
Suspensa entre seus vôos
É um duplo imponderável de matéria
Corpo que dança
Um acorde inacabado
Uma pavana sem fim
De solidão.
(veja outros textos de Adelaide Amorim em http://meublog.net/adelaideamorim/
Encontrei um blog poético, bem escrito, de bom gosto, feito com inspiração e sensibilidade. É o blog da Adelaide Amorim, de onde "emprestei" Pavana, o poema da bailarina (abaixo).
PAVANA
(Adelaide Amorim)
Bailarina
Corpo sem peso
Na sapatilha de ponta
Estrita borboleta
Quem te tirou pra dançar?
A bailarina
Pairando acima da platéia
Suspensa entre seus vôos
É um duplo imponderável de matéria
Corpo que dança
Um acorde inacabado
Uma pavana sem fim
De solidão.
(veja outros textos de Adelaide Amorim em http://meublog.net/adelaideamorim/
20 junho 2005
O TERROR DO PARREIRA
Ontem, assistindo ao jogo Brasil X México, cheguei à conclusão de que o terror do técnico Parreira está nas top models daquela espécie conhecida por maria-chuteira. Calma, não estou contando mais uma piadinha sem graça da internet. É uma reflexão séria e profunda.
Essa dedução lógica me ocorreu depois de uma idéia mais antiga, sobre terroristas árabes, e se cristalizou depois que perdi algum tempo, no domingo, vendo o jogo da seleção.
Esse papo está parecendo confuso? Peraí, eu explico: da mesma forma que o terror de Saddam Hussein se tornou uma mulher chamada Monica Levinsky, assim também o terror do Parreira passou a ser as celebridades do gênero maria-chuteira.
Acompanhe o raciocínio. Saddam e outros terroristas árabes seguiam tranqüilos com seus planos secretos de acabar com o EUA e demais povos perdidos do Ocidente quando, em mais um momento de tentação e fraqueza dos profanos ocidentais, os lábios carnudos da estagiária Monica Levinsky foram passear no cone sul do poderoso Bill Clinton.
Nenhum problema, se os segredos da Casa Branca não viessem a público. O mundo ficou sabendo, a imagem de Clinton foi à lama e, para recuperar-se nas pesquisas pré-eleitorais, decidiu partir para o ataque no Oriente Médio. A estratégia deu resultado e, mais tarde, veio a favorecer seus adversários, já que o candidato republicano era um cowboy de gravata, ansioso por apertar gatilhos e disparar mísseis sobre Saddam e assemelhados. Foi só Bush se eleger para Saddam se f....
No futebol brasileiro parece acontecer o mesmo fenômeno. Sem querer fazer trocadilho infame, acho que toda vez que o Fenômeno se apaixona, o Parreira treme. Aliás, isso já aconteceu antes. A Seleção precisa do Fenômeno. Este, por sua vez, precisa da maria-chuteira, que precisa enfiar a chuteira na jaca pra se sentir feliz, quase todas precisam criar sensação na roda pra se sentirem poderosas. Como isso acaba mal, o Fenômeno rompe o relacionamento, cai em tristeza, não treina nem tem vontade de jogar... Seleção despreparada para mais esse desfalque... então tome gol da Argentina, tome gol do México, tome derrota!!!!!
Por isso, meu amigo / minha amiga, não adianta torcer só pela Seleção Brasileira. Mais importante é torcer para a maria-chuteira andar sempre na linha...
(zerricardo)
.
Ontem, assistindo ao jogo Brasil X México, cheguei à conclusão de que o terror do técnico Parreira está nas top models daquela espécie conhecida por maria-chuteira. Calma, não estou contando mais uma piadinha sem graça da internet. É uma reflexão séria e profunda.
Essa dedução lógica me ocorreu depois de uma idéia mais antiga, sobre terroristas árabes, e se cristalizou depois que perdi algum tempo, no domingo, vendo o jogo da seleção.
Esse papo está parecendo confuso? Peraí, eu explico: da mesma forma que o terror de Saddam Hussein se tornou uma mulher chamada Monica Levinsky, assim também o terror do Parreira passou a ser as celebridades do gênero maria-chuteira.
Acompanhe o raciocínio. Saddam e outros terroristas árabes seguiam tranqüilos com seus planos secretos de acabar com o EUA e demais povos perdidos do Ocidente quando, em mais um momento de tentação e fraqueza dos profanos ocidentais, os lábios carnudos da estagiária Monica Levinsky foram passear no cone sul do poderoso Bill Clinton.
Nenhum problema, se os segredos da Casa Branca não viessem a público. O mundo ficou sabendo, a imagem de Clinton foi à lama e, para recuperar-se nas pesquisas pré-eleitorais, decidiu partir para o ataque no Oriente Médio. A estratégia deu resultado e, mais tarde, veio a favorecer seus adversários, já que o candidato republicano era um cowboy de gravata, ansioso por apertar gatilhos e disparar mísseis sobre Saddam e assemelhados. Foi só Bush se eleger para Saddam se f....
No futebol brasileiro parece acontecer o mesmo fenômeno. Sem querer fazer trocadilho infame, acho que toda vez que o Fenômeno se apaixona, o Parreira treme. Aliás, isso já aconteceu antes. A Seleção precisa do Fenômeno. Este, por sua vez, precisa da maria-chuteira, que precisa enfiar a chuteira na jaca pra se sentir feliz, quase todas precisam criar sensação na roda pra se sentirem poderosas. Como isso acaba mal, o Fenômeno rompe o relacionamento, cai em tristeza, não treina nem tem vontade de jogar... Seleção despreparada para mais esse desfalque... então tome gol da Argentina, tome gol do México, tome derrota!!!!!
Por isso, meu amigo / minha amiga, não adianta torcer só pela Seleção Brasileira. Mais importante é torcer para a maria-chuteira andar sempre na linha...
(zerricardo)
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19 junho 2005
18 junho 2005
Foto: desfile de moda no Fashion Rio 2005.
Quem disse que pra ser bonita, elegante e sensual a mulher tem de ser popozuda-bronzeada? Branquinhas-bucólicas-rosadinhas também podem ser isso ou ou muito mais.
Clássicos do Millôr - Frases
• Nunca deixe de fazer amanhã o que pode deixar de fazer hoje.
• Celebridade é um idiota qualquer que apareceu na televisão.
• Quem se curva aos opressores mostra a bunda aos oprimidos.
• A alma enruga antes da pele.
• Os pássaros voam porque não têm ideologia.
• Todo homem nasce original e morre plágio.
• Divagar e sempre.
• A beleza é a inteligência à flor da pele.
• Deus é bom. Está é muito mal cercado.
• A coisa mais ridícula é todo mundo.
• Nossa vida é um dramalhão, que os outros, naturalmente, assistem como comédia.
Quem disse que pra ser bonita, elegante e sensual a mulher tem de ser popozuda-bronzeada? Branquinhas-bucólicas-rosadinhas também podem ser isso ou ou muito mais.
Clássicos do Millôr - Frases
• Nunca deixe de fazer amanhã o que pode deixar de fazer hoje.
• Celebridade é um idiota qualquer que apareceu na televisão.
• Quem se curva aos opressores mostra a bunda aos oprimidos.
• A alma enruga antes da pele.
• Os pássaros voam porque não têm ideologia.
• Todo homem nasce original e morre plágio.
• Divagar e sempre.
• A beleza é a inteligência à flor da pele.
• Deus é bom. Está é muito mal cercado.
• A coisa mais ridícula é todo mundo.
• Nossa vida é um dramalhão, que os outros, naturalmente, assistem como comédia.
17 junho 2005
PALÁCIO DO PLANALTO - Independentemente do que rola na política, a obra arquitetônica continua linda e monumental...
MEU AMIGO TÁ NA GLOBO
Sou leitor do Mário Prata. Sou também seu admirador e quase conterrâneo. Por isso, às vezes permito-me considerá-lo amigo. Ele nasceu em Uberaba mas passou a juventude na minha cidade (interior de São Paulo), onde começou a carreira de jornalista. Foi no mesmo jornal onde eu trabalhei tempos depois. Ele também passou pela Folha de S. Paulo, por onde passei tempos depois. Além disso, em algumas coisas que ele escreveu eu vejo parte das minhas origens, como a novela Estúpido Cupido (sorry, faz tempo, hein !!), inspirada na vida social dos anos 50 na minha cidadezinha...
Bem, lendo seu último artigo no jornal Estadão, fiquei sabendo que ele se afastaria, para dedicar-se a uma nova missão na Globo. Escrever outra novela? Seja lá o que for, será coisa boa, divertida, inteligente e bem bolada...
Reproduzo, a seguir, trechos do artigo em que ele se despede dos leitores de sua coluna no Estadão:
(By Mário Prata) Há seis meses, iludido por uma púrputa estráica, me despedi de vocês afirmando que iria escrever uma novela e ficaria seis meses longe daqui.
Felizmente, para nós todos, deu no que deu e eu fiquei aqui.
Mas agora é sério. Acabo de assinar um contrato com a Rede Globo e não vou ficar seis meses fora. Vou ficar dois anos. Mas pode ter certeza, minha amiga, se ainda estivermos escrevendo e lendo, nos encontramos aqui de novo.
E, nestes momentos, fica assim com jeitão de retrospectiva do que rolou.
Foram quase 12 anos, toda quarta-feira. Mais ou menos um quarto da minha vida.
Como é momento de despedidas, me deixem puxar um pouco o saco do pessoal da casa. Foram umas 600 crônicas e em apenas duas tive problemas. Quase zero. E confesso, o jornal estava certo. Nunca me pediram para escrever isto ou aquilo. Nunca me proibiram de nada, mesmo que a minha posição política (se é que alguém ainda tem isso) fosse diversa da opinião do jornal. Nestes 12 anos aprendi a respeitar a família Mesquita e o que eles representam para o jornalismo brasileiro. Favor notar que não estou escrevendo isto, pedindo emprego, mas sim saindo.
Vou ficar com saudades de vocês.
Acredite ou não, estou escrevendo esta última crônica com umas paralelas lágrimas pingando aqui no teclado. Leitor abandonar o escritor, é fácil, minha querida. Mas o escritor largar os seus leitores, dói.
Fiquem com Deus, que escrevia certo por linhas tortas! Embora fosse péssimo de caligrafia, sempre foi meio importante.
Como me disse o diretor de redação ao ser informado da minha saída, "até 2006".
16 junho 2005
A DIVA LOIRA DA FOTO AÍ ACIMA É MICHELLE PFIFFER, SEMPRE UM COLÍRIO PARA OS OLHOS E UMA INSPIRAÇÃO PARA O ESPÍRITO. MAS NÃO TEM NADA A VER COM O TEXTO QUE VEM ABAIXO, PELO CONTRÁRIO. A FOTO DA MICHELLE ESTÁ AÍ SÓ PRA FAZER CONTRAPONTO COM O GOSTO AMARGO DA 2ª GUERRA, QUE É TEMA DO FILME QUE VOU COMENTAR A SEGUIR...
A QUEDA - CONTÉM O QUE O CINEMA PRODUZIU DE MAIS FIEL AOS ACONTECIMENTOS NAS ÚLTIMAS HORAS DE HITLER
Motivado pelo que li sobre esse filme, fui ver A Queda - As Últimas Horas de Hitler.
Choca, ensina e adverte. Mas não diverte nem um pouco. Nem tem tal propósito, obviamente. Tenso, trágico, realista e muito bem feito. Diz a crítica que é o que de mais fiel à realidade já se produziu até hoje em torno da queda de Adolf Hitler.
Na página de cinema do Terra, o comentarista diz que o filme estabelece novos padrões para a arte de representação da história no cinema. Independente da qualidade da produção, acho que é mais uma forma de mostrar o equívoco e a loucura do fanatismo e o desastre do delírio pelo poder e pela guerra. Um caminho equivocado e sem volta, que faz vítimas seus idealizadores e o povo infeliz que eles governam.
Vê-se no filme toda a tragédia dos suicidas que repetem o gesto derradeiro do führer. Um dos generais mais próximos de Hitler mata a esposa e se mata em seguida, depois de ela ter dado veneno aos quatro filhos pequenos
Acho que, aqui em Brasília, é o melhor filme em cartaz nesta semana.
A QUEDA - CONTÉM O QUE O CINEMA PRODUZIU DE MAIS FIEL AOS ACONTECIMENTOS NAS ÚLTIMAS HORAS DE HITLER
Motivado pelo que li sobre esse filme, fui ver A Queda - As Últimas Horas de Hitler.
Choca, ensina e adverte. Mas não diverte nem um pouco. Nem tem tal propósito, obviamente. Tenso, trágico, realista e muito bem feito. Diz a crítica que é o que de mais fiel à realidade já se produziu até hoje em torno da queda de Adolf Hitler.
Na página de cinema do Terra, o comentarista diz que o filme estabelece novos padrões para a arte de representação da história no cinema. Independente da qualidade da produção, acho que é mais uma forma de mostrar o equívoco e a loucura do fanatismo e o desastre do delírio pelo poder e pela guerra. Um caminho equivocado e sem volta, que faz vítimas seus idealizadores e o povo infeliz que eles governam.
Vê-se no filme toda a tragédia dos suicidas que repetem o gesto derradeiro do führer. Um dos generais mais próximos de Hitler mata a esposa e se mata em seguida, depois de ela ter dado veneno aos quatro filhos pequenos
Acho que, aqui em Brasília, é o melhor filme em cartaz nesta semana.
14 junho 2005
O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS ESTÁ NO CINEMA.
Ficção científica com muito humor, um gênero interessante e gostoso...
Para quem gosta de livro e de cinema, essa é boa. Está chegando aos cinemas o filme O Guia do Mochileiro das Galáxias, adaptado do livro do mesmo nome, escrito por Douglas Adams. Trata-se de uma boa história de ficção científica com muito humor (um gênero muito interessante, em expansão na literatura internacional, que eu, particularmente, só vim a conhecer por recomendação e gentileza da minha amiga Luiza, apaixonada por ficção científica). O filme tem tudo para agradar...
É assim: após saber que a Terra está prestes a ser destruída e que seu melhor amigo é na verdade um extra-terrestre, um homem decide fugir em uma nave espacial rumo ao universo. Com John Malkovich, Sam Rockwell e Bill Nighy.
Arthur Dent (Martin Freeman) é um homem normal, que está tendo um péssimo dia. Após saber que sua casa está prestes a ser demolida, Arthur descobre que Ford Prefect (Mos Def), seu melhor amigo, é um extra-terrestre e, para completar, fica sabendo que a Terra está prestes a ser destruída para que se possa construir uma nova auto-estrada hiperespacial. Sem ter o que fazer para evitar a destruição de seu planeta, Arthur só tem uma saída: pegar carona em uma nave espacial que está de passagem. Ele passa então a conhecer o universo, sendo que tudo o que precisa saber sobre sua nova vida está contido em um valioso livro: o Guia do Mochileiro das Galáxias.
A adaptação do livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias" para o cinema foi tentada pela 1ª vez em 1982, pelos produtores Ivan Reitman, Joe Medjuck e Michael C. Gross. Douglas Adams chegou a escrever três tratamentos do roteiro do filme, sendo que Bill Murray e Dan Aykroyd estavam cotados na época para interpretar o personagem Ford Prefect. A idéia foi posteriormente abandonada, com os envolvidos no projeto participando da realização de Os Caça-Fantasmas (1984).
Pouco antes da morte de Douglas Adams, em 2001, a adaptação do livro foi mais uma vez tentada. Desta vez o filme seria dirigido por Jay Roach e estrelado por Hugh Laurie, Jim Carrey e Nigel Hawthorne.
Após a desistência de Jay Roach em dirigir o filme, foi sugerido o nome de Spike Jonze para o projeto. Jonze também o recusou, mas sugeriu os nomes de Nick Goldsmith e Garth Jennings para a direção do longa-metragem.
"O Guia do Mochileiro das Galáxias" já foi adaptado em vários tipos de mídia, entre elas uma série de TV, um jogo de computador e uma série de programas de rádio.
E para quem gosta de boa música, uma dica legal: o “teaser” do filme traz a música "Wonderful World", de Louis Armstrong. Essa música também esteve presente ao término dos 6 primeiros episódios da série "The Hitch Hikers Guide to the Galaxy", exibida no rádio em 1981 nos Estados Unidos.
Aí vai a ficha técnica do filme.
Título Original: The Hitchhiker's Guide to the Galaxy Gênero: AventuraTempo de Duração: 110 minutosAno de Lançamento (EUA): 2005Site Oficial: www.filmes.net/mochileiroEstúdio: Touchstone Pictures / Walt Disney Pictures / Spyglass Entertainment / Hammer & Tongs / Everyman Pictures Distribuição: Buena Vista Pictures / Touchstone Pictures Direção: Garth Jennings Roteiro: Douglas Adams e Karey Kirkpatrick, baseado em livro de Douglas Adams Produção: Gary Barber, Roger Birnbaum, Jonathan Glickman, Nick Goldsmith e Jay RoachMúsica: Joby Talbot Fotografia: Igor Jadue-LilloDesenho de Produção: Joel Collins Direção de Arte: Alan Cassie, Daniel May, Phil Simms, Andy Thomson e Frank Walsh Figurino: Sammy Howarth e Sammy Sheldon Edição: Niven
HowieEfeitos Especiais: Asylum Models & Effects / Cinesite Ltd. / Jim Henson's Creature Shop / Shynola
Ficção científica com muito humor, um gênero interessante e gostoso...
Para quem gosta de livro e de cinema, essa é boa. Está chegando aos cinemas o filme O Guia do Mochileiro das Galáxias, adaptado do livro do mesmo nome, escrito por Douglas Adams. Trata-se de uma boa história de ficção científica com muito humor (um gênero muito interessante, em expansão na literatura internacional, que eu, particularmente, só vim a conhecer por recomendação e gentileza da minha amiga Luiza, apaixonada por ficção científica). O filme tem tudo para agradar...
É assim: após saber que a Terra está prestes a ser destruída e que seu melhor amigo é na verdade um extra-terrestre, um homem decide fugir em uma nave espacial rumo ao universo. Com John Malkovich, Sam Rockwell e Bill Nighy.
Arthur Dent (Martin Freeman) é um homem normal, que está tendo um péssimo dia. Após saber que sua casa está prestes a ser demolida, Arthur descobre que Ford Prefect (Mos Def), seu melhor amigo, é um extra-terrestre e, para completar, fica sabendo que a Terra está prestes a ser destruída para que se possa construir uma nova auto-estrada hiperespacial. Sem ter o que fazer para evitar a destruição de seu planeta, Arthur só tem uma saída: pegar carona em uma nave espacial que está de passagem. Ele passa então a conhecer o universo, sendo que tudo o que precisa saber sobre sua nova vida está contido em um valioso livro: o Guia do Mochileiro das Galáxias.
A adaptação do livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias" para o cinema foi tentada pela 1ª vez em 1982, pelos produtores Ivan Reitman, Joe Medjuck e Michael C. Gross. Douglas Adams chegou a escrever três tratamentos do roteiro do filme, sendo que Bill Murray e Dan Aykroyd estavam cotados na época para interpretar o personagem Ford Prefect. A idéia foi posteriormente abandonada, com os envolvidos no projeto participando da realização de Os Caça-Fantasmas (1984).
Pouco antes da morte de Douglas Adams, em 2001, a adaptação do livro foi mais uma vez tentada. Desta vez o filme seria dirigido por Jay Roach e estrelado por Hugh Laurie, Jim Carrey e Nigel Hawthorne.
Após a desistência de Jay Roach em dirigir o filme, foi sugerido o nome de Spike Jonze para o projeto. Jonze também o recusou, mas sugeriu os nomes de Nick Goldsmith e Garth Jennings para a direção do longa-metragem.
"O Guia do Mochileiro das Galáxias" já foi adaptado em vários tipos de mídia, entre elas uma série de TV, um jogo de computador e uma série de programas de rádio.
E para quem gosta de boa música, uma dica legal: o “teaser” do filme traz a música "Wonderful World", de Louis Armstrong. Essa música também esteve presente ao término dos 6 primeiros episódios da série "The Hitch Hikers Guide to the Galaxy", exibida no rádio em 1981 nos Estados Unidos.
Aí vai a ficha técnica do filme.
Título Original: The Hitchhiker's Guide to the Galaxy Gênero: AventuraTempo de Duração: 110 minutosAno de Lançamento (EUA): 2005Site Oficial: www.filmes.net/mochileiroEstúdio: Touchstone Pictures / Walt Disney Pictures / Spyglass Entertainment / Hammer & Tongs / Everyman Pictures Distribuição: Buena Vista Pictures / Touchstone Pictures Direção: Garth Jennings Roteiro: Douglas Adams e Karey Kirkpatrick, baseado em livro de Douglas Adams Produção: Gary Barber, Roger Birnbaum, Jonathan Glickman, Nick Goldsmith e Jay RoachMúsica: Joby Talbot Fotografia: Igor Jadue-LilloDesenho de Produção: Joel Collins Direção de Arte: Alan Cassie, Daniel May, Phil Simms, Andy Thomson e Frank Walsh Figurino: Sammy Howarth e Sammy Sheldon Edição: Niven
HowieEfeitos Especiais: Asylum Models & Effects / Cinesite Ltd. / Jim Henson's Creature Shop / Shynola
13 junho 2005
A PEDRA
O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E, em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
11 junho 2005
DICIONÁRIO DE LOIRA
Como anda o seu vocabulário? Se você pensa que sabe o significado de certos vocábulos aparentemente simples e usuais, pode estar enganado. Ou, pelo menos, pode estar enganado segundo o Dicionário das Loiras, rss.. Eu não tenho nada contra loiras, muito pelo contrário, sou fã de loira, fã até demais (como posso provar com a foto da loiraça aí na página). Mas esse dicionário está muito engraçado. Vale a pena gastar tinta com ele, rsss...
Testículo: Texto pequeno
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Edifício: Antônimo de "é fácil"
Detergente: Ato de prender seres humanos
Armarinho: Vento proveniente do mar
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Papo prolongado
Barganhar: Receber um botequim de herança
Fluxograma: Direção em que cresce o capim
Halogênio: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Coitado: Pessoa vítima de coito
Cerveja: O sonho de toda revista
Regime Militar: Rotina de dieta e exercícios feitos pelo exército
Bimestre: Mestre em duas artes marciais
Caçador: Indivíduo que procura sentir dor
Suburbano: Habitante dos túneis do metrô
Volátil: Avisar ao tio que você vai lá
Assaltante: Um "A" que salta
Determine: Prender a namorada de Mickey Mouse
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão
Diabetes: As dançarinas do diabo
07 junho 2005
DEUSAS
NINGUÉM MAIS NAMORA AS DEUSAS
Por Arnaldo Jabor
"Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que oshomens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais.É isto mesmo. Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha? Asmulheres não são mais para amar; nem para casar. São para "ver". Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones?Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o qual os homens não estão preparados... As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchosdiante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das"mulheres-liquidificador".O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser (meu Deus!), é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a "Valentina", a "Barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão.Que parceiros estão sendo criados para estas pós- mulheres? Não os há.Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes- gay, filhos domesmo narcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores como o Zafir, para o Robô-Xuxa.A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" as mulheres.Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: Superobjetos. Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas escondepobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro.São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem gradesMas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são "areia demais para qualquer caminhãozinho". Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens.Eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos,decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60.Não há mais o grande "conquistador". Temos apenas os "fazendeiros de bundas" como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis. Ah, que saudades dos tempos das bundinhas e peitinhos "normais" e "disponíveis"... Pois bem, com certeza a televisão tem criado "sonhos de consumo" descritos tão bem pela línguaferrenha do Jabor (eu). Mas ainda existem mulheres de verdade.Mulheres que sabem se valorizar e valorizar o que tem "dentro de casa", o seu trabalho. E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir um gosto pela música, pela cultura, pela família, sem medo de parecer um "chato" ou um "cara metido aintelectual". Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, raranos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas. Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails) românticos!! Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos Bee Gees ou um cd do Kenny G (parece meio breguinha) .. mas é tão boooom namorar escutando estas musiquinhas tranquilas!!! Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado" com uma "Saradona" o papo deve ser do tipo:"- Meu"... o meu professor falou que posso disputar o Iron Man que vou ganhar fácil!.""-Ah "meu"... o meu personal trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nunca vou precisar de plástica".E a música??? Só se for o "último sucesso (????)" dos Travessos ou "Chama-chuva. " e o "Vai serginho"???...Mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixem que criem estereótipos!! Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza!! Curta seu corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de americana que não possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza. E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês malharem" e ficarem iguais à Feiticeira, fiquem... igual a feiticeira dos seriados de Tv: Façam-os sumirem da sua vida!!!"
Por Arnaldo Jabor
"Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que oshomens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais.É isto mesmo. Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha? Asmulheres não são mais para amar; nem para casar. São para "ver". Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones?Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o qual os homens não estão preparados... As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchosdiante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das"mulheres-liquidificador".O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser (meu Deus!), é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a "Valentina", a "Barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão.Que parceiros estão sendo criados para estas pós- mulheres? Não os há.Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes- gay, filhos domesmo narcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores como o Zafir, para o Robô-Xuxa.A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" as mulheres.Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: Superobjetos. Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas escondepobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro.São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem gradesMas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são "areia demais para qualquer caminhãozinho". Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens.Eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos,decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60.Não há mais o grande "conquistador". Temos apenas os "fazendeiros de bundas" como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis. Ah, que saudades dos tempos das bundinhas e peitinhos "normais" e "disponíveis"... Pois bem, com certeza a televisão tem criado "sonhos de consumo" descritos tão bem pela línguaferrenha do Jabor (eu). Mas ainda existem mulheres de verdade.Mulheres que sabem se valorizar e valorizar o que tem "dentro de casa", o seu trabalho. E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir um gosto pela música, pela cultura, pela família, sem medo de parecer um "chato" ou um "cara metido aintelectual". Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, raranos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas. Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails) românticos!! Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos Bee Gees ou um cd do Kenny G (parece meio breguinha) .. mas é tão boooom namorar escutando estas musiquinhas tranquilas!!! Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado" com uma "Saradona" o papo deve ser do tipo:"- Meu"... o meu professor falou que posso disputar o Iron Man que vou ganhar fácil!.""-Ah "meu"... o meu personal trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nunca vou precisar de plástica".E a música??? Só se for o "último sucesso (????)" dos Travessos ou "Chama-chuva. " e o "Vai serginho"???...Mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixem que criem estereótipos!! Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza!! Curta seu corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de americana que não possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza. E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês malharem" e ficarem iguais à Feiticeira, fiquem... igual a feiticeira dos seriados de Tv: Façam-os sumirem da sua vida!!!"
Um espaço para a beleza e a arte
A magia sedutora da imagem e o poder criativo da palavra. Uma combinação perfeita, um casamento fértil, uma dança fascinante. Tentarei fazer deste espaço essa combinação. De preferência, com sensibilidade e bom gosto.
Em suma, fotos bonitas e textos inspiradores. Essa é a idéia. É claro que algumas bobagens podem (e devem) aparecer... Desde já, peço desculpas.
Em suma, fotos bonitas e textos inspiradores. Essa é a idéia. É claro que algumas bobagens podem (e devem) aparecer... Desde já, peço desculpas.
Vamos nessa !
zerricardo
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