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27 dezembro 2005

FELIZ 2006 !!

Amigos, deixo aqui meus votos de feliz ano novo a todos, esperando por um 2006 com paz, prosperidade, saúde e tranqüilidade para todos nós.
Estarei ausente por uns dias, viajando para o Sul, porque ninguém é de ferro. Durante esse período, este Blog permanecerá meio "congelado". Assim que eu retornar, o Blog volta ao ritmo normal.
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24 dezembro 2005


Senhor,quisera neste Natal armar uma
árvore dentro do meu coração e nela pendurar, em vez de presentes, os nomes de todos os meus amigos. Os amigos de longe eos de perto. Os antigos e os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro. Os sempre lembrados e os que as vezes ficam esquecidos. Os constantes e os intermitentes.Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que sem querer magoei ou, sem querer, me magoaram. Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências. Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo. Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida. Uma árvore de raízes muito profundas, para que seus nomes nunca mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos, para que novos nomes, vindos de todas as partes, venham juntar-se aos existentes. De sombra muito agradável, para que nossa amizade seja um momento de repouso, nas lutas da vida. Que o Natal esteja vivo em cada dia do ano novo que se inicia, para que as luzes e cores da vida estejam presentes em toda a nossa existência e concretizem, com a ajuda de Deus, todos os nossos desejos. Feliz Natal!
FELIZ 2006!
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18 dezembro 2005

BRASÍLIA: FOTO POR SATÉLITE

Olhaí, pessoal, que foto legal. Imagem de satélite, que mostra a região central de Brasília (chamada Plano Piloto) e o Lago Paranoá (área azulada). Observe a semelhança do desenho da cidade com o desenho de um avião. Veja as duas asas, sendo que a Asa Norte está mais acima da tela e a Asa Sul mais abaixo.

Um dia desses, localizei minha quadra e minha casa, ampliando essa imagem. Interessante é que as fotos estão na internet, abertas ao público. É possível obter imagens aéreas atualizadas das principais cidades do mundo. O zoom permite aproximação suficiente para ver árvores e ônibus.

Clique aqui para acessar o site com imagens de satélite.
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COLEÇÃO MOSTRA A HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA NO BRASIL

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Novidade para quem curte fotografia. Acaba de ser lançada a coleção Fotoportátil, da editora CosacNaify, de São Paulo, que pretende inovar e ampliar o espaço da fotografia contemporânea no Brasil, capturando a história da nossa fotografia. Formato econômico, mas com fotos em páginas sanfonadas, para evitar cortes prejudiciais à qualidade das imagens. Clique aqui para ler mais.
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17 dezembro 2005

LENNON ESTARIA VIVO SE YOKO NÃO EXISTISSE?

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Aos 25 anos da morte do ex-Beatle John Lennon, eis que surge uma conjectura tão ousada quanto absurda. Mas será tão aburda assim ? Parece, no mínimo, curiosa. Quem faz a brincadeira de voltar no tempo para imaginar outro rumo na vida de John Lennon é Arnaldo Jabor. De sobra, confessa sua velha implicância com Yoko Ono e analisa os movimentos artísticos das últimas décadas. Vale a pena conferir. Clique aqui para ouvir o comentário do Jabor.

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16 dezembro 2005

BRASÍLIA EM DEZEMBRO

Como já lembrei aqui, Brasília não é só ladroagem e politicagem. Também tem gente boa e muita coisa bonita. A decoração natalina, por exemplo, costuma ter sua beleza especial. Veja a Torre de TV da cidade, iluminada neste dezembro.

(a propósito, vale lembrar outra vez que a maioria dos políticos safados que vivem aqui foram escolhidos e "enviados" por eleitores de outros estados... )

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13 dezembro 2005

HOMEM X MULHER

Depois de tanta mensagem machista e outras tantas feministas ou simplesmente preconceituosas, uma que pode valer a pena, embora eu saiba que não faltarão os radicais obsessivos que enxergarão também nessa mensagem indícios de machismo... Na essência, troca-se a idéia de homem X mulher pela idéia de homem & mulher.

Recebi sem menção ao autor, então pesquisei e vi que algumas fontes atribuem a autoria a Victor Hugo.

O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro; a mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz; o coração, o Amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece; o martírio sublima.
O homem é um código; a mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter no crânio uma larva;
Sonhar é ter na fronte uma auréola
O homem é um oceano; a mulher um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que desnuda.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o Homem está colocado onde termina a Terra,
A Mulher, onde começa o Céu!...

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11 dezembro 2005

NUM MAR DE BOBAGENS QUÂNTICAS, UMA ILHA DE LUCIDEZ


Gente, tenho aqui um assunto interessante, relacionado a conhecimento de ponta, mas com boas pitadas de ironia em torno do modismo presunçoso que muita gente tenta criar em cima desse conhecimento avançado.

O simplismo e os exageros na interpretação das teorias quânticas estão produzindo bobagens que levam à ingênua confusão entre física quântica e misticismo obscuro. O novo livro de Stephen Hawking (Uma Nova História do Tempo) chega em boa hora, repondo um pouco de ordem nesse complexo campo do conhecimento.

Leia, a seguir, a matéria publicada na seção "Livros", da Revista Veja, de 23.11.2005:

A teoria das cordas, uma das explicações do cosmo atualmente exploradas pelos teóricos da astrofísica, prevê que o universo não se resume às quatro dimensões (três espaciais e uma temporal) que são familiares a todo ser humano. Na verdade, poderiam existir 26 dimensões. E esse é apenas um exemplo – talvez não o mais extremado – dos vários princípios e teorias da física moderna que contradizem o modo como nossos limitados cinco sentidos percebem a realidade. A física é a mais contra-intuitiva das ciências. No entanto, o mundo parece estar cheio de gente que a conhece a fundo. Músicos, escritores, artistas, comentaristas de televisão, terapeutas holísticos – todo mundo tem seu palpite sobre mecânica quântica. No meio de tanta especulação infundada, o lançamento de um livro como Uma Nova História do Tempo (tradução de Vera de Paula Assis; Ediouro; 176 páginas; 39,90 reais) é um refresco. Escrita em parceria pelo famoso físico inglês Stephen Hawking e por seu colega americano Leonard Mlodinow, a obra cumpre o que promete: consegue ser clara e didática, sem comprometer o fascínio de seu tema (que, afinal, inclui todas aquelas questões fundamentais que afligem o homem há séculos: de onde viemos? Para onde vamos? etc.). Ocupada com vários mistérios universais – o Big Bang, os buracos negros, a expansão das galáxias –, a dupla de físicos só não responde a um pequeno enigma localizado: por que tanta gente opina sobre um tema que só os especialistas realmente compreendem?


Uma Nova História do Tempo é uma versão atualizada e simplificada de Uma Breve História do Tempo, livro que Hawking lançou em 1988 – e que vendeu mais de 10 milhões de cópias no mundo todo. Esse best-seller levou o nome do autor para além dos muros acadêmicos (Hawking, a propósito, é professor na Universidade de Cambridge, na qual ocupa uma cátedra que já foi de Isaac Newton, talvez o mais influente físico de todos os tempos). Sua voz mecânica – por seqüelas de uma doença degenerativa, ele precisa de um sintetizador de voz para se expressar – já fez até uma aparição no desenho animado Os Simpsons. Menos conhecido, Mlodinow também tem um pé na cultura pop: foi roteirista da série Jornada nas Estrelas – A Nova Geração. Suas credenciais como físico, porém, foram conquistadas no renomado Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), onde trabalhou ao lado do Nobel de física Richard Feynman – experiência que Mlodinow relata em O Arco-Íris de Feynman, lançado no Brasil pela editora Sextante.

É curioso que teóricos como Hawking (e, bem antes dele, Albert Einstein), mesmo sendo pouco compreendidos, acabem se transformando em ícones pop. De modo geral, essa é uma tendência positiva: contribui para divulgar os princípios básicos da física entre os leigos. O problema é que, junto à divulgação científica feita com seriedade, vicejam a diluição e a deturpação. "Poucos realmente entenderam a obra de homens como Einstein ou Hawking. Mas os que pensam que entenderam são bem mais numerosos", diz Mlodinow. Por sua complexidade, temas como a teoria da relatividade e a mecânica quântica parecem convidar a uma abordagem "esotérica", e há muito misticismo barato vendido por aí sob uma roupagem científica. A roteirista de televisão Fernanda Young é uma que adora falar de física como se fosse algum tipo de "filosofia de vida" – nos tempos em que participava do programa Saia Justa, ela ensinava os espectadores a dar "saltos quânticos". O músico e ministro da Cultura Gilberto Gil já dedicou um de seus discos mais chatos, Quanta, ao tema. E o diretor de teatro Antunes Filho de algum modo conseguiu enfiar a física quântica no "método" que ensina aos atores.

Os virtuoses da bobagem gostam de usar expressões como "espaço-tempo" e "quântico", ainda que completamente fora de contexto. Essa apropriação indevida dos termos técnicos ajuda no marketing artístico: o livro, a música, o manifesto que utiliza essas palavras complicadas fica parecendo tão mais profundo, não é mesmo? O mesmo princípio é utilizado para vender terapias alternativas. Já se anuncia por aí até uma "cura quântica estelar". Uma página da internet devotada ao assunto explica como os pensamentos negativos deslocam os elétrons de sua órbita, causando doenças. Não é preciso ter Ph.D. em física para perceber que isso é uma asneira sem tamanho. Em Uma Nova História do Tempo, o leitor não encontrará uma só palavra sobre o poder da mente de interferir na matéria. O único poder mental em ação ali é a inteligência dos autores. E já está de bom tamanho.

ASNEIRAS CÓSMICAS


Algumas das idiotices que são ditas quando se tenta aplicar a física quântica a outras áreas

ORIENTALISMO
Na trilha de O Tao da Física, livro do físico new age Fritjof Capra, muitos tentam aproximar a física moderna de religiões orientais como o budismo e o taoísmo. O melhor resumo dessas tentativas foi feito pelo biólogo Richard Dawkins: a filosofia oriental é muito complicada, e a mecânica quântica é muito complicada. E é só por isso que alguns pensam que elas tratam da mesma coisa.

TUDO É INCERTEZA
Não é possível ter certeza de nada, e tudo pode sempre ser o seu contrário. Sempre que alguém diz uma bobagem dessas, recorre ao princípio da incerteza, formulado pelo alemão Werner Heisenberg em 1927. Mas Heisenberg não disse nada do gênero. Seu famoso princípio fala do comportamento de partículas subatômicas e tem poucas conseqüências significativas no mundo macroscópico: não é por culpa da mecânica quântica que você nunca encontra as chaves do carro.

ENERGIA
Sabe aquele lance de energia – o alto ou baixo-astral que uma pessoa transmite para o ambiente? Pois é, tem quem diga que isso pode ser explicado pela física, que são "saltos quânticos" que a consciência de uma pessoa projeta sobre a outra. É verdade que alguns cientistas sérios já criaram modelos – por enquanto, totalmente especulativos – em que a mecânica quântica influiria no funcionamento do cérebro. Mas não, o mau-olhado não é um fenômeno quântico.

CURA QUÂNTICA
De carona na moda de aproximar física e filosofia oriental, alguns gurus juntaram medicina indiana e mecânica quântica para propor uma nova terapia "espiritual". Na internet, já se encontram até páginas dedicadas à "cura quântica estelar". Nessa bobagem, só sobrou um vago odor da ciência original: o adjetivo "quântico" só aparece aqui para impressionar os incautos.

Coloquei reprodução de um trecho do livro do Hawking, na página auxiliar deste Blog. Clique aqui para ler.

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08 dezembro 2005

IMAGEM ESPETACULAR


Depois de um texto tão longo (abaixo), estou devendo-lhes pelo menos uma boa imagem aqui no blog. Vejam que imagem espetacular...
Clique aqui para ver a foto ampliada.


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06 dezembro 2005

SE VOCÊ TEM AUTOMÓVEL, CONSIDERE-SE REFÉM.

Este blog não é espaço para discussões de fundo político, mas o assunto merece algumas linhas. Nem é bem questão política, mas uma controvérsia que pode envolver abuso de poder econômico. Veja só: o órgão competente autorizou reajuste do seguro obrigatório de veículos, da ordem de 43%, a vigorar em janeiro de 2006 !! É o segundo reajuste anual consecutivo. Quase nove vezes a inflação prevista para o período !!

Cada vez mais fica claro o seguinte: a maneira mais fácil e eficaz de certos órgãos públicos mexerem na nossa conta bancária, no bolso de quem tem algum poder aquisitivo (ou seja, as classes média e alta, que quase obrigatoriamente têm veículo próprio), é através do automóvel. Esse é o filão que está sendo cada vez mais explorado. É seguro obrigatório, taxa adicional de licenciamento, impostos adicionais sobre combustíveis e, agora, a praga dos radares eletrônicos por toda parte.

O CASO DOS RADARES MALICIOSOS

Sou favorável ao controle eletrônico de velocidade, mas completamente contra os radares maliciosos. O motorista atento percebe logo a diferença. E percebe a proliferação dos equipamentos maliciosos, instalados com visível planejamento acintoso, que prioriza o fator "surpresa" e não a segurança no trânsito. Têm todas as características de cilada e não de advertência e contenção de riscos.

Em Brasília, os radares maliciosos já são uma praga escandalosa, mas ninguém consegue mudar a situação. A sinalização na cidade está péssima e incompleta, a pavimentação das ruas e avenidas é uma vergonha, os semáforos são antiquados, precários e defeituosos. Os estacionamentos públicos são uma afronta, os animais nas pistas e carrocinhas nas avenidas são ignorados pelos agentes do trânsito, a segurança noturna dos motoristas está entregue aos anjos e arcanjos...

Mas dezenas de radares novos, caríssimos, de avançadíssima tecnologia, surgem a todo momento. O pior é que eles surgem nos pontos onde a "emboscada" ao motorista é a circunstância predominante, não necessariamente nos pontos onde existe risco de acidente. Outro detalhe só notado pelos observadores atentos: os radares maliciosos se espalham por onde circulam moradores de nível médio e alto (na grande maioria, não apóiam o grupo político que manda no DF) . Nas regiões consideradas redutos eleitorais do grupo governante, a situação é outra. Lá existe muito perigo, rola todo tipo de abuso e loucura no trânsito, mas são poucos radares, sendo que os mais recentes são do tipo "barreira eletrônica", isto é, radares bem amistosos, muito visíveis e nada maliciosos. Muitos deles, instalados poucos metros depois de um quebra-molas (como explicar isso?!)

Numa das áreas mais perigosas do DF (ligação entre Sobradinho e Planaltina, notório reduto eleitoral daquele infeliz posseiro de Brasília), ao longo do acostamento existe uma cruz a cada 500 metros, sinal inequívoco das fatalidades que acontecem por ali. Mas não existe radar !!! E os tais consultores de trânsito insistem em abençoar o critério de distribuição dos radares.

No Eixo Monumental, com seis faixas em cada pista, sem cruzamentos e sem trânsito de pedestres, resolveram instalar radares. Então, a velocidade máxima, que sempre foi de 80 km/h, estranhamente caiu para 60 km/h !! Pra se ter idéia do absurdo, basta notar que 60 km/h é a mesma velocidade permitida na principal avenida comercial (a perigosa e congestionada via W-3)...

Em certos lugares, há radares interessantes. É o caso do cruzamento da via L-2 Norte com L-4 Norte. Ali, a malícia é ostensiva, a ironia é escancarada, uma gozação com os motoristas. Instalaram moderníssimo radar junto ao semáforo, parece equipamento da NASA. Mas o semáforo é velho, luzes fracas, voltadas para o ângulo do sol da tarde. Então, entre 16 e 18 horas, ocorre uma espécie de "pegadinha de TV", pois é impossível saber se o sinal está verde ou vermelho. Os raios solares incidem diretamente sobre as fracas luzes do semáforo e os motoristas ficam coçando a cabeça com cara de bobos, sem saberem o que fazer, enquanto o poderoso radar os observa ali ao lado, pronto para multá-los !! Passo por ali diariamente e já vi motoristas tão confusos que preferiram dar ré e tomar outra direção a cruzar naquelas condições, sem saber se o sinal estava aberto ou fechado... Isso é real, está lá há meses pra quem quiser ver, mas não se toma nenhuma providência definitiva.

Em muitos outros cruzamentos com radar, o semáforo está posicionado tão mal que quem segue logo atrás de um ônibus ou caminhão-baú cruza a esquina sem avistar o semáforo, pois qualquer veículo mais alto esconde o sinal luminoso. Mas se cruzar no vermelho, é multa inexorável (ou, se for correligionário, tem perdão?).

Quer mais um indício de malícia? Em muitos pontos, quando instalaram radar junto ao semáforo, o ciclo verde-amarelo-vermelho ficou diferente, dando ao motorista a nítida impressão de que encurtaram a duração do sinal amarelo. Cilada perfeita ! São espertinhos, não é?

Quer outra evidência de malícia? Tente descobrir qual é o tempo de tolerância para quem cruza o sinal estourando o limite entre amarelo e vermelho. Em Brasília, adotou-se a tolerância de MEIO SEGUNDO ! Meu amigo, desde quando meio segundo significa tolerância?? Os técnicos de trânsito devem ter-se baseado em parâmetros de prova olímpica ou no regulamento da Fórmula 1 !! Mas no DF os especialistas acham que meio segundo é uma boa tolerância para todos os motoristas, inclusive para senhoras idosas ao volante, octogenários, etc!!

Estranhamente, o legislativo silencia, o principal jornal local diz que está tudo certo e alguns consultores de trãnsito respondem amém. Afinal, os radares eletrônicos são uma mina de dinheiro inesgotável que viabiliza sabe-se lá quantos contratos e quantos interesses políticos e comerciais... Se os especialistas dizem que está tudo correto, as defensorias do cidadão não têm muito a fazer, pois a Justiça depende do parecer dos especialistas para se posicionar... O cidadão fica impotente, espoliado e abusado. Como agora, em relação a essa piada do reajuste do seguro obrigatório.

(se você não concorda em silenciar, envie cópia deste texto para deputados, defensorias do cidadão, imprensa e amigos)

Clique aqui para ler mais sobre o reajuste do seguro obrigatório.

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03 dezembro 2005

ÁLBUM X&Y, DO GRUPO COLDPLAY, É ELEITO O MELHOR DE 2005

Pessoal, essa é pra quem curte música internacional.

X&Y, o terceiro disco do grupo Coldplay, foi escolhido como melhor álbum do ano pela revista britânica Q.


O álbum liderou as paradas em 28 países, apesar de ter tido seu lançamento adiado porque o grupo não ficou satisfeito com os resultados das primeiras sessões de gravação.

Quando afinal foi lançado, em junho, X&Y entrou diretamente no topo das paradas americana e britânica.

Em outubro, a Q já havia concedido o prêmio de melhor grupo do mundo ao Coldplay.

Clique aqui para ouvir Fix You, do álbum "campeão" gravado pelo grupo Coldplay.

Clique aqui para ouvir Speed of Sound, com Coldplay.


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